De acordo com o presidente da Câmara, here deputado Arlindo Chinaglia, somente um acordo de lideranças pode evitar a votação da Emenda 29, que define os percentuais mínimos de investimento na área da saúde para os governos federal, estadual e municipal, e a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que vai ser cobrada nos mesmos moldes da extinta CPMF.
A matéria será posta em votação nesta terça-feira (3), depois de ter sido adiada na semana quando os governistas perceberam que o plenário da Casa estava esvaziando e haveria um risco de derrota. A CSS está sendo proposta para financiar o aumento dos repasses para a saúde, previsto na regulamentação da Emenda 29. Mesmo sem o apoio formal do Palácio do Planalto, a base aliada no Congresso quer a criação do novo imposto, que incidiria sobre a movimentação financeira.
A CSS seria de 0,1% sobre todas as movimentações bancárias, e ficariam eximidos de cobrança aqueles que recebem até R$ 3.038, teto dos benefícios da Previdência Social.
Chinaglia prevê que a votação será longa e entrará madrugada adentro.