Sionei Ricardo Leão
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Com a formação de cinco blocos partidários, foi dada a largada na corrida por cargos e espaços de poder na Câmara Legislativa. Está em jogo a partilha de cinco cargos na Mesa Diretora e a presidência de nove comissões temáticas. A prerrogativa de nomear assessores, controlar as verbas e ter sob controle o andamento de projetos é o que move os distritais a se fortalecerem em blocos para entrar na disputa.
Até o início da semana, havia um único bloco definido, o dos distritais petistas. A legenda sozinha elegeu cinco parlamentares: Arlete Sampaio, Cabo Patrício, Chico Leite, Chico Vigilante e Wasny de Roure. Por esse motivo, e por ser a sigla do futuro governador Agnelo Queiroz, o PT é favorito a abocanhar a presidência da Câmara Legislativa.
Cabo Patrício vem se movimentando para conseguir o aval e o voto dos distritais eleitos e ter o direito de comandar a Casa nos próximos dois anos. Se prevalecer essa lógica, as atenções dos demais blocos estarão voltadas prioritariamente para a segunda-secretaria da Câmara. Esta função exerce papel de tesouraria, ou seja controla as verbas.
Há também interesse pela primeira-secretaria, responsável pela administração de pessoal. O escolhido para o cargo terá influência sobre as cobiçadas nomeações da Câmara.
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