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Política & Poder

Caroline Kennedy retira candidatura à vaga de Hillary no Senado

Arquivo Geral

22/01/2009 0h00

Caroline Kennedy, information pills filha do ex-presidente americano John F. Kennedy, page abriu mão de tentar substituir Hillary Clinton como senadora por Nova York por “razões pessoais”, look segundo o jornal “New York Post”.

“Caroline Kennedy disse ao governador (de Nova York, David) Paterson que retira sua proposta para que seu nome seja considerado para substituir Hillary Clinton no Senado dos Estado Unidos”, informou o jornal em seu site.

Pouco depois que o jornal informasse sobre a desistência, o diário “New York Times” também publicou em seu site a mesma informação, citando como fonte uma pessoa ligada a Caroline.

Segundo ambos os diários, a advogada, de 51 anos, ligou hoje para Paterson, encarregado de escolher o substituto de Hillary, e explicou que deixava de tentar a vaga no Senado perante a piora da saúde de seu tio, o senador Edward Kennedy.

O político foi hospitalizado na terça após sofrer convulsões durante o almoço no Capitólio, realizado depois da posse do novo presidente dos EUA, Barack Obama.

“Fazer frente aos problemas de saúde de seu tio, com quem mantém um vínculo extraordinariamente estreito, é sua máxima prioridade e não ajuda empreender uma atividade de tanta visibilidade pública”, assegura o “New York Times”.

A decisão chega dois meses depois que começassem os trâmites para encontrar um substituto para Hillary, cuja nomeação como próxima secretária de Estado dos EUA foi aprovada nesta quarta-feira pelo Senado.

A decisão de Caroline surpreende por acontecer mesmo após ela obter importantes apoios políticos, entre eles o do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.

No entanto, as últimas pesquisas davam uma ligeira desvantagem a Caroline perante Andrew Cuomo, filho do ex-governador Mario Cuomo, e que conta com as preferências dos republicanos, enquanto a filha do ex-presidente Kennedy era favorita entre os democratas.

Paterson afirmou reiteradamente que não divulgará sua decisão até que Hillary Clinton renuncie oficialmente ao Senado.

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