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Política & Poder

Cármen Lúcia: urna eletrônica eliminou fraudes nas eleições brasileiras

A presidente do TSE destacou os 30 anos de uso do equipamento, que superou problemas das antigas cédulas de papel.

Redação Jornal de Brasília

04/05/2026 16h59

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta segunda-feira (4) que a urna eletrônica acabou com a possibilidade de fraudes nas eleições brasileiras.

A declaração foi feita durante evento que marca os 30 anos de utilização do equipamento nas eleições gerais e municipais, sendo a primeira máquina usada em 1996. Cármen Lúcia relembrou que, anteriormente, os eleitores votavam em cédulas de papel, depositadas em urnas de lona e contadas manualmente, o que poderia gerar fraudes.

“Nesses 30 anos, acabou com a fraude eleitoral, com a possibilidade de uma pessoa votar por outra e acabou a possibilidade de ter um resultado que não corresponde ao que foi votado”, afirmou a ministra.

Durante o evento, o TSE lançou o mascote Pilili, cujo nome alude ao alerta sonoro emitido pela urna eletrônica ao final da votação. O tribunal pretende utilizar o mascote em eventos institucionais para motivar os jovens eleitores a comparecerem às urnas nas eleições de outubro.

“O que nós queremos é que, cada vez mais, quem chegar a ter 16 anos até o dia 4 de outubro possa votar, exercer esse seu direito e ser um verdadeiro cidadão, que diz quem ocupará os cargos de direção do país”, completou Cármen Lúcia.

O primeiro turno das eleições ocorrerá no dia 4 de outubro, quando serão eleitos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno para os cargos de governador e presidente será realizado no dia 25 do mesmo mês.

*Com informações da Agência Brasil

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