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Caminhoneiros entram no Palácio da Alvorada e devem ser recebidos por Bolsonaro

No sábado, Bolsonaro e alguns ministros participaram de manifestações de ruralistas, evangélicos e de caminhoneiros em apoio a seu governo

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Quatro caminhões com bandeiras do Brasil entraram na manhã deste domingo no Palácio da Alvorada, em Brasília. Eles devem ser recebidos pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

No sábado, Bolsonaro e alguns ministros participaram de manifestações de ruralistas, evangélicos e de caminhoneiros em apoio a seu governo e contra as medidas restritivas adotadas por alguns Estados na pandemia da covid-19.

Um dos organizadores foi o Movimento Brasil Verde e Amarelo, que reúne sindicatos e associações rurais e que integra um dos caminhões que entraram no Alvorada neste domingo.

Aglomeração no sábado

Ainda sobre os passeios de Bolsonaro no sábado, o presidente esteve no Centro de Tradições Gaúchas, em Brasília, pela manhã. Depois, sobrevoou a Esplanada de helicóptero. Por fim, subiu em um trio elétrico e discursou aos apoiadores.

“Já se fala em terceira onda, se vier a terceira onda, temos a quarta, quinta, sexta, infinitas ondas”, afirmou, em discurso a apoiadores em ato na Esplanada dos Ministérios.

“Lamentamos as mortes por covid, bem como as demais mortes no Brasil, mas devemos enfrentar o problema. Não é ficando embaixo da cama ou em casa que vamos solucionar esse problema. Tem uma passagem bíblica que diz: ‘se você for frouxo na hora da angústia, tua força é pequena”.

Bolsonaro também falou de Lula. Fez ataques ao petista, que chamou de “canalha” e “bandido de nove dedos” e insinuou que há um conluio entre Lula e STF para o petista ganhar as eleições presidenciais do ano que vem. “Queremos eleições em 2022 onde (sic) o voto possa ser auditado. Se tiraram da cadeia o maior canalha da história do Brasil, se para esse canalha foi dado o direito de concorrer, o que me parece é que se não tivermos o voto auditável, esse canalha, pela fraude, ganha as eleições do ano que vem. Não podemos admitir um sistema eleitoral que é passível de fraude”, afirmou.

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