Após o feriado do Carnaval, sildenafil os líderes partidários retornarão à Câmara com a determinação de encerrar a polêmica sobre os principais cargos na Casa, especialmente os de comando das comissões permanentes. Na divisão de funções seguiu-se ordem da proporcionalidade, deixando o PMDB, PT, PSDB e DEM com os principais comandos. O fato não põe fim às críticas e ameaças de denúncias.
O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), marcou para a próxima terça-feira com os líderes partidários para receber as indicações dos nomes que vão compor as comissões permanentes na Casa. Na quarta-feira, ocorrerão as eleições para os cargos de presidente e vice-presidente de cada comissão.
Para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deverá ser indicado o deputado federal Tadeu Filippelli (PMDB-DF).
Em ano de discussão sobre o pré-sal e o abastecimento de energia, o PMDB vai comandar a Comissão de Minas e Energia sob comando do deputado Bernardo Ariston (PMDB-RJ). A terceira comissão que ficará sob responsabilidade do PMDB é a de Seguridade Social. O PT será responsável por três, incluindo a de Finanças e Tributação que ficará sob comando do deputado Vignatti (PT-SC).
O PSDB presidirá a Comissão de Fiscalização e Controle. Os tucanos também ficarão com a Comissão de Ciência e Tecnologia. Com o PSDB, o DEM, PP e PSB ficaram com duas presidências. O DEM será responsável pelas comissões de Agricultura e Desenvolvimento Urbano mantendo as críticas ao MST e ao sistema de reforma agrária definido pelo governo federal.
O PP, da base aliada do presidente Lula, vai comandar as comissões de Turismo e Legislação Participativa. O PSB ficará com as presidências das comissões Defesa do Consumidor e de Desenvolvimento Econômico. Na divisão de tarefas, o PPS, PR, PTB, PDT e PSC ficaram com apenas uma comissão cada.