A Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados investiga a existência de um suposto esquema de venda de vagas de garçom e copeiros terceirizados. Os interessados deveriam pagar de R$ 1.000 a R$ 3.500 para conseguir trabalhar na Casa.
Segundo depoimentos que integram o inquérito, participam do esquema a encarregada geral da Unirio Manutenção e Serviços Ltda, Patrícia Guedes Silva, o encarregado da empresa José Vanilson e o garçom Antônio Gonçalves de Abrantes.
Os policiais ainda investigam se funcionárias terceirizadas, contratadas para trabalhar na Câmara, estavam à serviço da prestadora de serviços, na residência dela, enquanto o ponto que controla a frequência delas era assinado por outras pessoas.