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Política & Poder

Caiado é internado com faringite e cancela agenda em São Paulo

Caiado foi atendido pela cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar, professora da USP e coordenadora do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente

Redação Jornal de Brasília

10/09/2026 22h05

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

São Paulo, 10 – O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) foi internado na manhã de ontem no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, em razão de uma faringite aguda. O ex-governador de Goiás foi hospitalizado para receber medicação intravenosa. De acordo com a assessoria do candidato, o objetivo era acelerar sua recuperação para ele poder retornar em breve sua agenda de campanha.

Caiado foi atendido pela cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar, professora da USP e coordenadora do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente.

A faringite aguda é uma inflamação rápida e dolorosa da faringe (a parte de trás da garganta), que, na maioria das vezes dura cerca de uma semana. Pode ser causada por infecção ou reação alérgica.

Na manhã de ontem, o candidato faria uma visita ao Centro de Inteligência, Comunicação e Monitoramento da Guarda Civil Municipal (Cicom), em Vinhedo, no interior paulista. À noite, participaria de uma sabatina da Inteligência Ltda., na capital. Ambos compromissos foram cancelados.

A assessoria da Caiado não informou quanto tempo ele deverá permanecer internado nem se os próximos compromissos de campanha serão mantidos ou cancelados.

PROPAGANDA PROIBIDA

Anteontem, a campanha de Caiado sofreu um revés no campo da propaganda eleitoral em rádio e televisão. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e proibiu peças de propaganda do PSD afirmando que o PT promove invasões de terras.

A campanha de Caiado afirmava que, “quando o PT começou a invadir a terra de quem plantava, Caiado fez o que ninguém tinha coragem de fazer”. A coligação de Lula alegou que a peca confundia o PT com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e associava o presidente à criminalidade.

Mendonça deu razão parcialmente ao pedido e determinou que a propaganda não volte a ser exibida na versão original.

Estadão Conteúdo 

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