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Política & Poder

Atento para o jogo sujo

Arquivo Geral

09/10/2010 10h51

Fabio Grecchi e Natasha Dal Molin
redacao@jornaldebrasilia.com.br

Favorito na disputa ao Buriti, segundo as pesquisas de intenção de voto, Agnelo Queiroz (PT) luta para conseguir os votos que foram dados a Toninho do PSOL e Eduardo Brandão (PV) no primeiro turno da disputa. Ele esbarra, no entanto, na força da família Roriz, que insiste, segundo ele, em “fazer jogo sujo na campanha”.
Também lastima a utilização da máquina pública em favor da candidatura adversária. Diz que, caso eleito, teme herdar “bombas de efeito retardado” do governador Rogério Rosso (PMDB), que apoia Weslian.
Embora tivesse a intenção de ter conseguido a vitória no primeiro turno, Agnelo ressaltou que a prorrogação da disputa permitirá o aprofundamento das propostas de governo. Listou uma série de medidas que serão tomadas a partir de novembro, caso chegue ao comando do GDF.

 

Nesta entrevista exclusiva ao Jornal de Brasília, a área da Saúde é o principal destaque, seguida da continuação das obras, a Segurança, questões sociais e as providências para a realização da Copa do Mundo de 2014 na capital federal. Agnelo admite que o programa de governo ficou mais verde, com mais ênfase à questão do meio ambiente, desde que o PV anunciou oficialmente apoio à sua candidatura.
Em relação a debater com Weslian na TV, Agnelo afirmou ter ficado “constrangido” no início.

 

Leia mais sobre a matéria deste sábado (9/10) do Jornal de Brasília

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