Bruna Torres
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A coligação eleitoral em torno de Joaquim Roriz (PSC) recebeu novo golpe ontem, com o pedido de impugnação da candidatura de Maria de Lourdes Abadia (PSDB), segundo nome de peso da chapa, ao Senado. Mas tais ações parecem não estar tirando o sono de qualquer dos dois atingidos pelo Ministério Público Eleitoral.
Maria de Lourdes se disse surpresa com os pedidos do MPE-DF. Isto porque, conforme garantiu ao Jornal de Brasília, jamais foi notificada sobre qualquer dos motivos pelos quais estaria sendo impugnada. “Nunca recebi multa e nem sabia da condenação. Nunca comprei voto”, afirma.
Ela explicou que assim que receber a notificação do TRE-DF, os advogados entrarão com recurso. Acrescentou ainda ter todas as certidões necessárias para o registro da candidatura, o que confirmaria estar apta a disputar o pleito de 3 de outubro.
O susto de ver o nome como ficha suja é o que preocupa a candidata. Mas, ainda assim, ela se diz tranquila. Maria de Lourdes imaginava que as eleições “seriam democráticas”, mas ressalta que a tendência, pelo que percebe, é que será “caluniosa e com muitos pedidos de impugnação”.
O principal motivo, segundo Maria de Lourdes, sobre a quantidade de pedidos de impugnação, é o medo dos adversários. “Acho que existe muita oposição e adversários da campanha, mas vamos ter que conviver com eles. Eles têm medo de que o povo irá nos escolher”, salientou.
Roriz também não pensa diferente e está confiante de que terá sucesso nas eleições. “Estou seguro quanto a minha candidatura e a de Abadia. Vamos recorrer e com certeza teremos sucesso”, completa.
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