Menu
Política & Poder

Aos maçons, avaliação: recuperou, não quebrou

Arquivo Geral

24/10/2018 7h00

Foto: Myke Sena/Jornal de Brasília

Jorge Eduardo Antunes
jorge.antunes@grupojbr.com

Na última segunda-feira, Rollemberg também se aproximou de um grupo estratégico na cidade, os maçons. Diante de uma assembleia com menos membros e seus familiares, em comparação com o grupo que recebeu Ibaneis Rocha (MDB) na semana anterior, o governador fez uma palestra na loja maçônica Aurora de Brasília, uma das mais influentes da cidade.

Ele começou sua fala destacando o sentimento de família, em homenagem à casa que o recebia, e fazendo uma avaliação de seu governo. Ele voltou a bater na tecla de ter recebido uma “cidade endividada”, em um ambiente de depressão econômica, e disse que o DF era maltratado pela gestão ruim e corrupção.

“Só na Saúde, eram R$ 600 milhões (empenhados) sem contrato”, defendeu-se. Embora tenha lamentado a situação em que encontrou a cidade, garantiu ter preferência em ser o governador que recuperou a cidade e não o responsável por tê-la quebrado.

Defesa de seus legados

Em discurso com cara de quem já jogou a toalha, Rollemberg falou o que deixa para a cidade, com ênfase no combate à corrupção. “Ouvi de vários empresários que nunca na história de Brasília um governo tratou a coisa pública com tanta responsabilidade”, alegou. Ele fez questão também de elogiar o ex-ministro Valmir Campelo, membro da loja e único maçom pertencente à política presente à reunião.

O Chefe do Executivo também deu destaque à questão do abastecimento de água e à liberação da orla do Lago Paranoá, chamado por ele de “marco cívico para Brasília”.Ele também lembrou do fechamento do Lixão da Estrutural, em cumprimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos. A questão fundiária e a regularização mais fácil das áreas populacionais carentes também foi abordada na palestra. Rollemberg também não esqueceu o Trevo de Triagem Norte e do novo Hospital da Criança.


Números

16
mil vagas em em creches públicas Rollemberg prometeu ontem
600
reais é o aluguel social a ser pago para 10 mil famílias carentes
72
milhões de reais ao ano vai custar esse programa, cujos fundos virão da economia em contratos


Educação

Depois de falar de suas realizações, Rodrigo garantiu que vai universalizar a educação para crianças a partir de seis meses, com construção de creches e convênios com entidades. Prometeu mais cinco escolas técnicas, que se juntariam às duas em licitação e a uma já operando, prometendo 16 mil vagas e melhorando os níveis educacionais.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado