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Política & Poder

Agnelo pede intervenção e quer a cassação da candidatura de sua adversária

Arquivo Geral

15/10/2010 7h55

Natasha Dal Molin
natasha.dalmolin@jornaldebrasilia.com.br

 

O candidato Agnelo Queiroz (PT) participou de uma audiência com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, para pedir investigação sobre as acusações que recaem sobre o ex-governador Joaquim Roriz (PSC), que teria, segundo investigação da Polícia Civil, pago para uma pessoa testemunhar falsamente contra o petista na Operação Shaolin, que investiga supostos desvios de recursos no Ministério do Esporte, que Agnelo já comandou. Também foi pedida ao ministro uma intervenção da Polícia Federal sobre uma denúncia de pedofilia contra o petista, que teria sido forjada.

 

Os advogados de Agnelo afirmam que o candidato está sendo vítima de armação criminosa. No documento entregue ao ministro, dizem que “forças políticas retrógradas e conservadoras se movimentam nas disputas eleitorais sem observância aos princípios democráticos e republicanos”. A outra representação se refere a uma matéria publicada na revista Veja, em abril de 2008, sobre supostos desvios do programa Segundo Tempo.

 

Quadrilha

 

O advogado Luis Carlos Alcoforado, da coligação Um Novo Caminho, pede também a interferência do ministro, “a fim de investigar a participação de alguns adversários políticos pelos possíveis crimes de formação de quadrilha e demais crimes contra a administração da Justiça, bem como os crimes eleitorais”.
Essas duas representações foram encaminhadas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), com um pedido de cassação da candidatura de Weslian Roriz (PSC).

 

 

Leia mais na edição desta sexta-feira (15) do Jornal de Brasília

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