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Política & Poder

Agnelo e Filippelli reúnem a aliança para evitar que haja dispersões

Arquivo Geral

06/10/2010 8h03

Natasha Dal Molin
natasha.dalmolin@jornaldebrasilia.com.br

O candidato petista Agnelo Queiroz e o vice, Tadeu Filippelli (PMDB), deram início às articulações em busca de apoio para o segundo turno da disputa pelo GDF, demonstrando que não deixarão ninguém de fora. O dia ontem foi repleto de reuniões em busca de apoio, tendo início ainda pela manhã, com uma reunião com os diretores dos 11 partidos que compõem a coligação Um novo caminho, além de representantes de peso e articuladores das siglas.

 

“Esse encontro foi importante para o Agnelo ressaltar e reafirmar o papel preponderante do partido na disputa, dialogando não só com os eleitos, mas com os diretores partidários”, avaliou o presidente regional do PDT, Ezequiel Nascimento.

 

A sigla teve bom resultado nas urnas, com a vitória do senador Cristovam Buarque – que se reelegeu – e Reguffe, que foi o campeão de votos do DF para a Câmara dos Deputados. “O Agnelo está bastante maduro, muito pé no chão. É uma eleição nova, todos nós estamos cientes disso. E todos serão importantes”, disse Ezequiel, que está confiante na oficialização do apoio do PV à chapa. “Se coligar com Roriz, seria atirar na biografia dele ou do partido”, disse, referindo-se ao ex-candidato Eduardo Brandão.

 

Prova da importância de todos para a vitória no segundo turno foi a presença de grande parte dos 500 candidatos da coligação, na reunião com Agnelo e Filippelli, no fim da tarde, no hotel Grand Bittar, no Setor Hoteleiro Sul. Estiveram presentes desde os megasucessos das urnas, como os senadores eleitos Cristovam Buarque (PDT) e Rodrigo Rollemberg (PSB), mais os deputados federais eleitos Reguffe (PDT), Paulo Tadeu (PT), além dos distritais Chico Leite (PT) e Chico Vigilante (PT). Compareceram também figuras estranhas ao grupo petista, como Rôney Nemer (PMDB), Cristiano Araújo (PTB) e Batista das Cooperativas (PRB).da eleição para apoiar Agnelo –, também esteve presente. E negou que haja divisão no partido.

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (06) do Jornal de Brasília

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