Menu
Mundo

Wall Street fecha em alta após dados positivos sobre consumo e emprego

Os índices Nasdaq (+0,74%) e S&P 500 (+0,54%) bateram novos recordes no fechamento, e o Dow Jones subiu 0,52%

Redação Jornal de Brasília

17/07/2025 20h15

files us economy markets

(ARQUIVOS) Um trader trabalha no pregão da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) na abertura do pregão na cidade de Nova York. (Foto de CHARLY TRIBALLEAU / AFP)

Wall Street fechou em alta nesta quinta-feira, impulsionada por dados melhores do que o esperado sobre o emprego e o consumo nos Estados Unidos, que representaram um alívio para os investidores preocupados com a saúde da economia americana.

Os índices Nasdaq (+0,74%) e S&P 500 (+0,54%) bateram novos recordes no fechamento, e o Dow Jones subiu 0,52%.

“O resultado das vendas no varejo foi o dado que mais influenciou, por mostrar um consumidor americano forte, que supera os ventos contrários”, comentou José Torres, da Interactive Brokers.

Mark Chambers, chefe do setor de varejo para as Américas da EY, viu nesses dados “um sinal encorajador, que mostra uma certa dinâmica positiva entre os consumidores, apesar da volatilidade econômica persistente”.

“O clima econômico não é desfavorável, e o mercado é muito resistente à maioria das notícias”, comentou Steve Sosnick, da Interactive Brokers, que apontou “uma dinâmica favorável” para o mercado americano.

Paralelamente, a preocupação com o futuro do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, “diminuiu um pouco”, ressaltou Jack Ablin, da Cresset Capital Management.

O presidente americano, Donald Trump, disse ontem que não planeja demitir o presidente do Fed, mas não descartou essa possibilidade. Entre outras coisas, Trump acusa Powell de não usar adequadamente os fundos para reformar as agências do Fed em Washington, obras que já custaram US$ 2,5 bilhões (R$ 13,92 bilhões), segundo o Escritório de Gestão e Orçamento da Casa Branca (OMB).

Trump critica Powell há meses por resistir à redução dos juros. O Fed mantém a taxa inalterada desde o começo do ano, diante da persistência da inflação.

© Agence France-Presse

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado