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Venezuela entra oficialmente no Mercosul na terça-feira

Por Arquivo Geral 02/07/2006 12h00

Os mexicanos irão às urnas hoje para escolher o novo presidente, link treatment em eleições que podem determinar a continuidade da direita no poder ou dar a primeira chance à esquerda de governar a segunda economia latino-americana.

Com as pesquisas mostrando os mexicanos divididos entre o esquerdista Andrés Manuel López Obrador e o governista Felipe Calderón, pills o vencedor enfrentará um Congresso dividido que poderá bloquear reformas, information pills em um país com sólidas finanças mas com a metade da população vivendo na pobreza.

Apesar de seu discurso crítico das privatizações e promessas de fortalecer o papel do Estado, López Obrador afirmou que seu governo respeitará os fortes laços comerciais entre o México e os Estados Unidos. Mas o candidato do Partido da Revolução Democrática (PRD) chega às eleições com apenas uma leve vantagem sobre Calderón, segundo as pesquisas, enquanto em terceiro lugar está Roberto Madrazo, do Partido Revolucionário Institucional (PRI), que se promove como uma alternativa moderada entre a direita e a esquerda.

Desde as grandes cidades e balneários nas costas do Pacífico e do Caribe, até povoados coloniais na serra e nas florestas, milhões de mexicanos começaram a votar às 10h (horário de Brasília). Também serão escolhidos nas eleições deputados federais e alguns governadores estaduais.

Espera-se que o Parlamento continue dividido entre as três principais forças. Se isso acontecer, quem ganhar terá que negociar constantemente com o Poder Legislativo para evitar que aconteça o mesmo que ocorreu com o presidente Vicente Fox, que encontrou uma parede da oposição para todas as reformas estruturais.

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Se López Obrador vencer, será a primeira vez que um esquerdista chega ao poder no México e será mais uma nação a engrossar a lista de países latino-americanos que nos últimos tempos optaram por governos social-democratas ou nacionalistas após anos de administração neo-liberal.

Cerca de 71 milhões de mexicanos estão habilitados para votar e calcula-se que em torno de 30 milhões chegarão às urnas indecisos, em um país onde o mandato presidencial é de seis anos, o voto não é obrigatório e não existe reeleição.
Os primeiros resultados oficiais das eleições serão divulgados pelas autoridades a partir de 1h (horário de Brasília).

 

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Tempestades ameaçam os planos de lançamento do ônibus espacial Discovery da NASA no domingo, cure em uma missão crítica para o futuro do programa espacial e da Estação Espacial Internacional em construção.

Previsões da NASA mostram haver 70 por cento de chance de que o clima atrase o lançamento, como ocorreu ontem. Houve raios durante a madrugada em Cabo Canaveral, onde fica o Centro Espacial Kennedy.

Nenhum outro problema foi detectado no centro, enquanto os trabalhadores da agência espacial iniciaram o processo de abastecimento de combustível no massivo tanque do ônibus espacial com hidrogênio líquido gelado e oxigênio líquido. O lançamento está marcado para 16h26 (horário de Brasília).

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É o segundo vôo desde o acidente do Columbia em 2003, e outro desastre ou problema sério poderá acabar com o programa. A NASA espera colocar em andamento mais 16 missões para terminar a construção da estação espacial de US$ 100 bilhões antes que a frota de ônibus espaciais seja aposentada em 2010.

"Nós não podemos controlar o tempo e temos regras muito rígidas. Nós não vamos lançar este veículo a não ser que seja seguro fazê-lo", disse o diretor de lançamentos Mike Leinbach. O atraso no lançamento colocaria mais pressão no programa espacial, que precisa terminar a construção da estação antes que a frota de ônibus espaciais seja aposentada.

Outros veículos não podem carregar e instalar equipamentos e laboratórios. Os planos da agência são mais dois vôos neste ano e cerca de quatro por ano posteriormente até que a estação esteja pronta. Os trabalhos na estação estão interrompidos há quase quatro anos, enquanto os ônibus espaciais estavam sendo consertados.

 

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O papa Bento XVI pediu hoje por negociações de paz entre israelenses e palestinos e o fim da violência crescente no Iraque. Falando a milhares de peregrinos na praça de São Pedro, click o papa alertou pela segunda vez nesta semana que a onda de "massacre cruel" na Terra Santa e no Iraque corre o risco de se agravar se todos os lados fracassarem em negociar. 

"Diante, cialis 40mg por um lado, sildenafil da violência cega e massacre cruel, e por outro lado, da ameaça da crise se agravar nos últimos dias dramáticos, há uma necessidade por justiça e um plano de paz sério e crível: que infelizmente não há sinal disso", afirmou o papa.

Helicópteros israelenses intensificaram uma ofensiva militar na Faixa de Gaza hoje depois do seqüestro de um soldado israelense há uma semana. No Iraque, um carro-bomba matou ontem mais de 60 pessoas, enquanto Osama bin Laden parece alertar a maioria xiita de que eles não estão livres de ataques de militantes sunitas. "Todos devem lembrar que cada homem, de qualquer população, é um irmão", disse o pontífice.

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Os bolivianos vão eleger a assembléia nacional hoje para reescrever a Constituição, symptoms um projeto que, segundo o presidente Evo Morales, irá consolidar suas reformas de esquerda e fortalecer a maioria pobre e indígena. A reforma constitucional era uma das principais promessas de campanha do cultivador de coca Morales, que se tornou presidente em janeiro prometendo terminar com 500 anos de dominação da elite branca.

Do montanhoso oeste ao tropical leste, as estações de votação do país abriram às 9h (horário de Brasília) para a eleição, que inclui um referendo sobre maior autonomia regional. Morales recebeu uma chuva de confetes e uma coroa de folhas de coca ao chegar para votar minutos após a abertura do local de votação em sua cidade natal, na região de Chapare.

É o primeiro teste eleitoral de Morales e as pesquisas sugerem que seu partido irá vencer a maioria da Assembléia Constituinte. Nos últimos dias de campanha, ele previu vencer 70 por cento das cadeiras, o que, segundo ele, permitirá "consolidar a mudança".

Morales nacionalizou a indústria de energia em maio e prometeu dar controle estatal aos recursos naturais na Constituição. O referendo sobre dar maior autonomia às nove regiões do país gerou a maior tensão da campanha que produziu poucas propostas concretas.

Morales apóia o "não" no referendo, que analistas dizem o colocaria em rota de colisão com o forte lobby pró-autonomia da rica província de Santa Cruz, um baluarte da oposição. Oitenta e um por cento dos bolivianos apóiam Morales, de acordo com uma pesquisa na revista semanal La Epoca, na semana passada, e críticos temem que seu governo procure produzir uma reforma radical da Constituição.

Outras propostas do governo incluem dar às comunidades indígenas o direito de decidir como controlar suas terras e recursos. A Carta boliviana já passou por várias reformas, mas pela primeira vez uma Assembléia é eleita por voto direto. Os 255 membros eleitos vão ficar na cidade de Sucre, onde a independência da Bolívia foi declarada em 1825.
Morales, um índio Aymara, disse que reescrever a Constituição vai marcar um novo começo para a Bolívia e uma "segunda libertação para o povo boliviano".

 

O atual secretário-executivo do Ministério da Agricultura, medical Luís Carlos Guedes Pinto, anunciado como o novo ministro da Agricultura toma posse amanhã. Ele substituirá Roberto Rodrigues, que pediu demissão esta semana. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem uma audiência com Rodrigues amanhã às 16h e depois participa da cerimônia de posse de Guedes Pinto no Palácio do Planalto.

O engenheiro agrônomo e professor da Unicamp, Luís Carlos Guedes Pinto, nasceu em Vera Cruz, interior paulista. Guedes já foi presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), secretário da Agricultura do Estado de São Paulo e diretor da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp).

No governo federal, também participou do processo de implantação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da qual foi assessor e chefe do Gabinete da Presidência. Desempenhou ainda a presidência do Conselho de Administração da Ceasa Campinas.

Formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (1965), doutorou-se pela mesma Universidade, em 1973. Em 1991, fez pós-doutorado na Universidade de Córdoba, na Espanha.

Além de professor da Unicamp, desde 1983, foi chefe do Departamento de Política e História Econômica e pró-reitor de Desenvolvimento Universitário. Lecionou também na Pontifícia Universidade Católica de Campinas e na Universidade de Brasília (UnB).

 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) coloca à disposição dos usuários uma nova opção de telefonia fixa. Desde ontem, dosage quem optar por este novo plano terá uma redução de 40% no custo da assinatura. A cobrança será na forma de conta pré-paga. Inicialmente, apenas os municípios com mais de 500 mil pessoas terão acesso a este serviço.

O plano, que recebe o nome de Aice (Acesso Individual Classe Especial), terá o valor do minuto igual ao valor do plano convencional. Entretanto, a cada ligação feita, será cobrada uma tarifa de completamento com o preço equivalente a dois minutos de ligação. Quando o usuário atingir o valor de sua conta pré-paga, a operadora deve comunicar o consumidor que ele não possui mais créditos, mas continua recebendo ligações.

A Anatel garante que o acesso ao plano será progressivo. Em janeiro de 2007, serão atendidas as cidades com até 300 mil habitantes e até janeiro de 2008, todas os locais com mais de 300 habitantes serão atendidos.

Segundo o especialista em regulação da Anatel Eduardo Jacomassi, o plano irá beneficiar, principalmente, dois perfis de consumidores: "O Aice, em alternativa com o plano residencial convencional, é mais vantajoso pra aquelas pessoas que ou têm o telefone convencional, mas tem o perfil de ligação econômica e querem ter um valor reduzido de assinatura, ou para aquelas pessoas que hoje estão fora do sistema telefônico fixo". Para adquirir o plano, os interessados devem ligar nas operados de suas cidades e pedir a adesão.

Embora admita que mais uma vez não houve avanço nas negociações da Rodada de Doha, story o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, treatment Pascal Lamy, look adianta que vai realizar intensos contatos diplomáticos nas próximas semanas para tentar aproximar as posições do G20 (grupo de países em desenvolvimento liderado pelo Brasil), da União Européia e dos Estados Unidos.

"Não progredimos, mas não creio que (o impasse) seja insuperável. É uma crise, mas parece controlável. Ainda não há pânico", declarou Lamy, de acordo com a agência Lusa. A negociação, que já dura cinco anos, gira principalmente em torno dos incentivos dos países ricos aos seus produtores agrícolas e das taxas de importação de produtos industrializados.

Embora o diretor da OMC não tenha fixado nova data para um acordo, o comissário europeu do Comércio, Peter Mandelson, sugeriu que o fracasso de Genebra seja superado em duas semanas, quando terá início a próxima cúpula do G8 (sete países mais ricos e a Rússia), em São Petersburgo, na Rússia. A Rodada de Doha deve ser assunto de destaque no encontro.

O G20 e outros países pobres e em desenvolvimento divulgaram comunicado conjunto que reitera a intenção de não abrir mão das reivindicações. O documento lembra que as necessidades e interesses dos países em desenvolvimento estão "no coração do programa" da Rodada de Doha, e que "qualquer tentativa de renegociar ou reescrever tais acordos não seria aceitável".

Outro trecho deixa claro que o impasse parece longe de uma solução: "O sucesso da Rodada não pode depender primordialmente dos esforços de países em desenvolvimento. A maior contribuição deve vir dos países desenvolvidos, que precisam mostrar liderança nesse processo".

 

O ex-embaixador do Brasil nos Estados Unidos Rubens Barbosa acompanhou "com preocupação" a reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), sildenafil em Genebra. Barbosa, see que hoje é consultor para assuntos internacionais, acha difícil haver um acordo significativo por causa do caráter protecionista dos Estados Unidos.

"Se não houver uma redução significativa dos subsídios nos Estados Unidos e uma abertura de mercado importante, efetiva do lado dos europeus, não é interessante para o Brasil um acordo. Os produtos que nos interessam vão ficar de fora e vão continuar protegidos", disse Barbosa à Agência Brasil.

Para ele, a saída para o Brasil seria abrir mão da Rodada de Doha e partir para a realização de acordos bilaterais. "O Brasil não deve fazer nenhum gesto sem ter certeza de obter ganhos concretos nessa negociação", opinou.

O compromisso dos membros da OMC para promover a maior inserção dos países em desenvolvimento no comércio mundial ficou conhecido como Rodada de Doha por ter sido firmado na capital do Catar, em novembro de 2001. Naquela ocasião, ficou definida uma agenda para que, progressivamente, fosse patrocinada a liberalização do comércio exterior, com o fim das barreiras protecionistas e dos subsídios.

Pela agenda inicial, a Rodada de Doha seria concluída em 2005. Mas a partir de 2003, durante a reunião ministerial de Cancun, no México, as negociações travaram. O novo calendário coloca dezembro deste ano como prazo final para a conclusão do acordo.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Relações Exteriores, website Celso Amorim, prescription participam de reunião extraordinária do Mercosul para formalizar a adesão da Venezuela ao bloco comercial. O encontro será realizado em Caracas, information pills na próxima terça-feira.

Também estarão presentes os presidentes dos outros integrantes do Mercosul: Argentina, Paraguai e Uruguai. Além de Evo Morales, da Bolívia, país associado ao bloco. Morales afirmou que pretende se reunir com Lula para discutir o preço de comercialização do gás natural boliviano, que causa polêmica desde a nacionalização das reservas no país vizinho. O Itamaraty, no entanto, informa que a agenda do presidente ainda não está definida.

O protocolo de adesão da Venezuela foi firmado em junho pelos ministros de Relações Exteriores dos países membros. Agora, será ratificado pelos presidentes. O documento define os compromissos, as etapas do processo de integração, os prazos para a adoção da tarifa externa comum (TEC) do bloco e para a liberalização do comércio com os demais integrantes. A Venezuela deverá adotar as normas de forma gradual num prazo de quatro anos.






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