“Eles podem entrar em todas as atividades de superfície em uma empresa mista com a PDVSA (Petróleos de Venezuela S.A.), que é o que vamos fazer”, disse Ramírez à imprensa, em Viena, antes de participar em reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Acrescentou que o acordo, uma emenda ao convênio de cooperação já existente, implica em atividades de prospecção e produção, e cifrou em cerca de US$ 6 bilhões o investimento no bloco, de uma capacidade de produção de 200 mil barris diários (bd).
Ramírez disse que o convênio envolve um consórcio russo, que de fato abrange todas as empresas russas, como a Gazprom e a Lukoil.
“Nós fizemos definições ao acordo existente”, confirmou Sechin à Agência Efe.
Segundo um comunicado da estatal PDVSA, Ramírez e Sechin assinaram ontem à noite “a emenda ao convênio de cooperação na área energética assinado em novembro do ano passado”.