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Venezuela busca lugar no Conselho de Segurança e EUA se opõem

Por Arquivo Geral 16/10/2006 12h00

Em uma carta aberta, more about buy Saddam Hussein disse aos iraquianos que "a vitória está próxima" e exortou os insurgentes a demonstrar magnanimidade com seus oponentes, advice dizendo que ele próprio perdoa os iraquianos que ajudaram os assassinos de seus dois filhos.
Em carta ditada a seu principal advogado, drug Khalid Dulaimi, durante um encontro de quatro horas que os dois tiveram no sábado na prisão onde Saddam está detido, o ex-líder iraquiano também disse que os iraquianos devem de ixar suas diferenças de lado e fixar uma única meta: expulsar as tropas norte-americanas do Iraque.

"A vitória está próxima, mas não esqueçam que sua meta de curto prazo se limita a libertar seu país das forças de ocupação", disse Saddam na carta.

Dulaimi disse que a carta foi escrita dias antes de o tribunal onde Saddam está sendo julgado pela morte de 148 xiitas da cidade de Dujail, nos anos 1980, fazer nova audiência, na segunda-feira, para rever os depoimentos das testemunhas.

Saddam exortou os membros de sua comunidade minoritária sunita, que forma a espinha dorsal da insurgência, a perdoar até mesmo os informantes iraquianos que ajudaram tropas dos EUA a localizar e matar seus dois filhos, Uday e Qusay, numa troca de tiros numa casa em Mosul, em 2003.

"Conclamo a todos a aplicar a justiça na jihad (guerra santa), não se deixarem atrair pela ação insensata, e exercer o perdão, em lugar da dureza com aqueles que se perderam do caminho", acrescentou.

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O ex-líder disse que recorreu a uma carta aberta pela primeira vez desde que seu julgamento teve início, em outubro de 2005, por acusações de crimes contra a humanidade, para poder transmitir sua mensagem sem que ela fosse censurada.
Mas ele avisou seus partidários de que a força excessiva contra ad versários que não apóiam a insurgência apenas fará a resistência anti-EUA perder o amplo apoio popular de que goza.

Ecoando os temores de muitos iraquianos sunitas de que o país possa rachar, Saddam conclamou os iraquianos a preservar a unidade nacional. "Vocês estão sacrificando suas vidas por esses princípios grandiosos, e à frente disse está o grande Iraque unido."

A Venezuela, order armada com os dólares do petróleo, quer derrotar a Guatemala nas eleições de hoje para cinco novas vagas no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

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Embora esteja previsto que a Venezuela consiga a maioria na votação secreta dos 192 países membros da Assembléia Geral da ONU, Caracas não conseguiria os dois terços dos votos, o que deixa aberta a possibilidade de um candidato de meio termo.

"É uma luta verdadeira", declarou Larry Birns, diretor do Conselho de Assuntos Hemisférico, sediado em Washington. "É um confronto entre pesos pesados". "Se vota-se com a cabeça, vota-se contra a Venezuela, porque os Estados Unidos vão garantir que essa seja uma posição anti-Venezuela", afirmou ele. "Se se vota com o coração, basicamente se está dizendo: Estamos cansados de sermos manipulados por Washington, e desta vez faremos à nossa maneira", continuou Birns.

O presidente venezuelano Hugo Chávez, que em dezembro tenta a reeleição, fez uma campanha forte para conseguir a vaga no Conselho de Segurança para o período 2007-2008, enviando ajuda a países latino-americanos e contribuindo com alimentos para a África.

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Em visita que fez aos EUA no mês passado, o ministro das Relações Exteriores venezuelano, Nicolás Maduro, deixou muito claro que seu governo vê a disputa como uma competição com Washington. "Nossa discussão não é com a Guatemala", afirmou Maduro. "É com a secretária de Estado (norte-americana) Condoleezza Rice".






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