Ao fazer referência aos 14 ex-comandantes das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC) extraditados na terça-feira, Uribe lembrou, em uma cerimônia de graduação de oficiais da Polícia, que, em um acordo com os Estados Unidos, toda a riqueza ilegal destas pessoas no país irá para um fundo de reparação às vítimas.
Também foi acordado que se facilitará o acesso às provas judiciais exigidas na Colômbia, a fim de chegar a conhecer a verdade dos crimes cometidos pelos paramilitares extraditados.
Segundo o governante, os grupos paramilitares em seu país “surgiram das guerrilhas e da distração do Estado”.
“Hoje não há distração do Estado, mas ficam guerrilhas”, acrescentou.
“É preciso derrotar essas organizações armadas ilegais totalmente”, disse o chefe de Estado colombiano.
Uribe advertiu que junto às Forças Militares, à Polícia, “com o povo colombiano e com a determinação do Governo” se “propiciará a derrota definitiva das guerrilhas que aqui pareciam invencíveis”.
Ele pediu que não se permita “focos de paramilitares” e insistiu em que é preciso eliminar “o restante da guerrilha para que possamos viver felizes nesta pátria”.