Segundo Jasmine Pittenger, health porta-voz da organização, discount “Gonaives se tornou uma cidade emblemática porque é possível chegar a ela, embora não seja a localidade mais afetada”. “Há outros locais nos quais a situação é pior”, acrescentou Pittenger à Agência Efe. A porta-voz do Unicef explicou que uma das principais preocupações das entidades humanitárias é chegar aos pontos isolados. “Achamos que praticamente todo o país foi atingido. A questão é como chegar aos outros lugares”, já muitas estradas permanecem inundadas. Em Gonaives, “a situação parece mais grave ainda”. “Cada vez chega mais gente, mais do que o esperado, para a distribuição de água e comida”, disse a funcionária. Nesta situação de emergência, as crianças são a grande prioridade das organizações de ajuda, sobretudo do Unicef, que calcula em 300 mil o número de menores prejudicados pela catástrofe no país. “A ingestão de água contaminada é a primeira causa de morte infantil nestes casos”, disse Pittenger, que se mostrou preocupada com a falta de condições higiênicas adequadas “nos abrigos, onde muita gente se amontoa em pouco espaço”. Quatro dias depois da passagem do furacão “Ike”, grande parte da cidade permanece inundada, e nos lugares onde a água começou a descer há muita lama, também fonte de problemas de saúde. Em Gonaives, o Unicef trabalha distribuindo água, com o objetivo de atenuar ao máximo problemas desse tipo. “Mas tudo o que fazemos é pouco. Estamos tentando chegar a todos, mas é muito difícil”, disse a porta-voz.
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