Em entrevista coletiva em Genebra, o porta-voz do Unicef, Michael Bociurkiw, disse que é o número de mortes de crianças mais alto registrado em um mês desde o início da segunda Intifada em 2000. O porta-voz destacou a preocupação da organização com a "situação humanitária em Gaza, especialmente a das crianças".
No entanto, o Unicef não está só preocupado com a vida das crianças palestinas, mas também com seu estado psicológico e emocional por causa do "medo extremo" no qual vivem e que deixa "feridas invisíveis".
Em situações como a da Faixa de Gaza, "a ajuda especializada pode fazer uma grande diferença na vida das crianças", afirmou Bociurkiw. A três semanas do início do ano letivo nos territórios palestinos ocupados, o Unicef distribui ajuda em material e oferece assessoria às escolas de Gaza.