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Trump adia por um ano tarifas sobre móveis importados

As tarifas estabelecidas por Trump em 2025 afetaram produtos que vão do aço aos automóveis, e estão em curso mais investigações que poderiam resultar em novas taxas.

Redação Jornal de Brasília

01/01/2026 13h47

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Foto por JIM WATSON / AFP

O presidente americano, Donald Trump, adiou por um ano a aplicação de tarifas aduaneiras mais altas sobre alguns móveis importados, determinando o adiamento pouco antes da entrada em vigor da taxa, nesta quinta-feira (1º).

O aumento estava previsto no âmbito de uma série de tarifas setoriais impostas anteriormente pelo presidente, como parte de um conjunto de medidas aduaneiras que ele implementou desde seu retorno à Casa Branca.

No entanto, diante do impacto do aumento do custo de vida para as famílias americanas, Trump adiou, na noite de quarta-feira, a aplicação das tarifas previstas – 30% para certos móveis estofados e 50% para armários de cozinha e penteadeiras – até 1º de janeiro de 2027.

“Dadas as negociações produtivas em curso sobre a importação de produtos de madeira, o presidente adia o aumento das tarifas aduaneiras para permitir que as negociações com outros países continuem”, declarou a Casa Branca em um comunicado anunciando a medida.

As tarifas estabelecidas por Trump em 2025 afetaram produtos que vão do aço aos automóveis, e estão em curso mais investigações que poderiam resultar em novas taxas.

Em outubro, entrou em vigor uma tarifa de 10% sobre a madeira importada, juntamente com uma taxa de 25% sobre certos móveis estofados e armários de cozinha.

Estas tarifas foram justificadas pelo governo Trump como uma medida para impulsionar as indústrias americanas e proteger a segurança nacional.

As tarifas mais elevadas, que originalmente deviam entrar em vigor nesta quinta-feira, afetariam as importações de países como Vietnã e China, fornecedores cruciais de móveis importados para os Estados Unidos.

A Suprema Corte deve se pronunciar sobre a legalidade das tarifas adotadas em nível nacional, impostas em virtude da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.

© Agence France-Presse

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