Muito além de óculos para jogar videogame, novidades que a tecnologia traz devem incluir hábitos do dia a dia dentro e fora de casa
Óculos de realidade virtual enquanto se anda de bicicleta, apostas em tempo real em sites de Casino Online, inteligência artificial para conversar com atendentes em todo tipo de loja virtual…isso tudo configura apenas arranhar a superfície das possibilidades dentro do que a tecnologia representa em potencial para o dia a dia do cidadão comum.
Os citados jogos de cassinos online, por exemplo, são vitrines bastante interessantes do avanço da tecnologia aliada ao entretenimento, já que a concorrência é enorme e por isso o investimento em inovação também precisa ser.
O site bacanaplay.com é um exemplo nesse sentido, ajudando a mostrar toda a evolução na indústria. Em menos de 20 anos passamos de gráficos em 2D muito simples para jogos ao vivo com crupiês de carne e osso dando as cartas.
Mas ainda dá para ir além. Desde campos avançadíssimos de robótica, os quais a maioria das pessoas sequer pensa durante boa parte da vida, passando até pela oferta de entretenimento, que está cada vez mais diversificada e aprofundada, os avanços representam passos importantes para tentar enxergar não só um amanhã incerto, mas um hoje que já chegou.
O que esperar de tanta inovação e em tão pouco tempo? Difícil escrever a tinta, mas prazeroso de especular e saudável de tentar entender – afinal, pode representar avanços para qualquer um desde já.
Novos ângulos de enxergar o que já existe

Fonte: Pixabay
Videogames são apenas mais um dos elementos que se viram revolucionados pela internet – que está sempre se reinventando
Um dos pontos mais fascinantes de qualquer avanço e em qualquer área não é ver os pontos inéditos nos quais eles atuarão, e sim possibilidades novas para hábitos, objetos e pensamentos que já existem – afinal, tão importante quanto criar uma novidade do zero é aperfeiçoar o que já existe.
Alguns exemplos óbvios podem ser relacionados diretamente com o hábito cada vez maior de acessar a internet para resolver todo tipo de coisa. A internet por si só, não à toa, é quase que um universo à parte dentro de possibilidades de inovação, e afeta tudo o que se vê.
Deixando de lado pontos importantes, mas que não cabem aqui serem explorados como os problemas de se estar conectado o tempo todo, justamente essa possibilidade de onipresença online permitiu (e isso tem ganhado força) uma revisão de toda a lógica de mercado – o home office sendo, diga-se, somente mais um passo numa caminhada que já começou há tempos e está longe da linha de chegada, se é que esta existe.
Para citar exemplos concretos envolvendo internet e tecnologia, poucas ideias são mais empolgantes do que a internet das coisas, um conceito que está se expandindo há alguns anos já, mas que começa a ganhar força por estar se tornando acessível ao público comum.
Atualmente, um dos pontos mais comuns é o das lâmpadas inteligentes, que acendem mediante comando pelo smartphone e podem variar de cor, tonalidade e brilho, por exemplo. Outros objetos que já são visíveis como funcionais dentro da internet das coisas incluem TVs, aparelhos de ar-condicionado e mais.
Embora ainda muito longe de atingir seu potencial máximo, a internet das coisas é a ideia-mãe por trás do conceito de “casa inteligente”, uma ideia na qual tudo (ou quase tudo) numa casa passa a ser conectado à internet – ou, ao menos, a um sistema de informações e inteligência artificial que permita aos habitantes maximizarem os benefícios dos hábitos do dia-a-dia, desde economizar eletricidade até receberem avisos de que a geladeira está vazia de determinados alimentos.
Não é preciso, porém, especular “tão longe” nos avanços para entender onde eles já chegaram e para onde caminham; basta olhar para mudanças que já ocorrem hoje.
A cultura em novos moldes
Pensando pelo escopo da tecnologia e as mudanças que ela traz a cada instante, a mera produção cultural em si tomou novos sentidos lógicos. Um filme não pode mais ser só uma opção de entretenimento por duas horas; um jogo de videogame não pode mais ser apenas diversão entre jogador e máquina, e assim por diante.
Novamente, a internet tem parte fundamental aí, tanto por cortar distâncias quanto aumentar possibilidades. Essa distância reduzida, por exemplo, significa que a produtora de cinema não fala mais com seu fã por posters – fala com ele também diretamente nas redes sociais, num chatbox operado por pessoas ou Inteligência Artificial.
Não importa se é nos games jogados por milhões de fãs juntos (um nicho que se tornou tão gigante que é impossível explorar em poucas linhas), nos filmes e séries que, com o uso de óculos VR e outros dispositivos podem explorar além de dois sentidos ou numa indústria cultural cada vez mais interativa – o avanço é tão constante e imparável que mal se tem tempo para entender o que já chegou, porque o próximo pode deixá-lo para trás em instantes.