O cineasta franco-polonês Roman Polanski, acusado nos Estados Unidos de ter mantido relações sexuais com uma adolescente há 33 anos, não será extraditado a esse país a partir da Suíça, segundo informou hoje a ministra da Justiça da Confederação Helvética, Eveline Widmer-Schlumpf.
Após ser detido em Zurique em 26 de setembro, para onde tinha viajado para receber uma homenagem, Polanski passou dois meses preso, até receber autorização para cumprir prisão domiciliar, o que cumpre há sete meses em sua casa na estação de esqui de Gstaad.