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Strauss-Kahn nomeia novo economista-chefe do FMI

Arquivo Geral

27/05/2008 0h00

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), patient Dominique Strauss-Kahn, nomeou hoje o francês Olivier Blanchard como novo economista-chefe do organismo, e selecionou os diretores de outros três departamentos.

As nomeações são parte da reestruturação dos postos de maior responsabilidade empreendida por Strauss-Kahn, que assumiu a chefia do FMI em novembro.

Blanchard, de 59 anos, é atualmente professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), onde fez doutorado em economia em 1977. Ele é especialista em economia européia, e se dedica especialmente questões relacionadas a políticas trabalhistas.

Em comunicado, Strauss-Kahn também destacou que Blanchard escreveu sobre muitos temas de interesse do Fundo, como as crises financeiras, os desequilíbrios mundiais em conta corrente e políticas fiscais e monetárias.

O FMI o qualificou como “um dos acadêmicos mais reconhecidos do mundo no campo de macroeconomia internacional, com grande número de publicações de destaque”.

Blanchard sucederá no cargo Simon Johnson, também professor do MIT, que foi nomeado em 2007 pelo antecessor de Strauss-Kahn, o espanhol Rodrigo de Rato.

O diretor-gerente também designou hoje para a diretoria do departamento de Finanças Andrew Tweedie, que atuou neste setor durante os últimos quatro anos.

A direção do departamento de Desenvolvimento de Política e Supervisão será ocupada por Reza Moghadam, que atualmente chefia o escritório de Strauss-Kahn.

Como diretora do departamento da África, o diretor-gerente escolheu a atual ministra de Finanças da Libéria, Antoinette Sayeh, que anteriormente foi assessora do diretor-gerente do Banco Mundial, Sven Sandstrom.

Sayeh assumirá o cargo em 7 de julho, enquanto Tweedie e Moghadam o ocuparão em 1 de setembro.

Ainda resta por ser anunciado o nome do novo diretor do departamento da América Latina. O cargo era exercido desde 2002 pelo indiano Anoop Singh, que passará a liderar o departamento da Ásia-Pacífico após um período de transição ainda não definido pelo FMI.




 

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