O ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn se mostrou surpreso em saber que alguns meios de comunicação especulam sobre sua possível candidatura para as eleições presidenciais francesas, mas o político disse a amigos que não concorrerá ao pleito, segundo o site americano “Mediaite”.
“Strauss-Kahn disse a seus amigos que as especulações na imprensa sobre sua possível candidatura são absurdas”, informou nesta segunda-feira o portal nova-iorquino, que cita fontes ligadas ao político francês, acusado de crimes sexuais contra uma camareira de um hotel de luxo de Manhattan (EUA).
Segundo o “Mediaite”, o ex-dirigente do FMI se disse surpreso pelas especulações positivas sobre ele, “apesar das últimas manchetes” na imprensa, que voltaram a considerá-lo um candidato “viável” para as eleições presidenciais francesas do ano que vem.
“Mas ele sabe que, no mundo real, este não é o caso”, acrescentaram as mesmas fontes, segundo as quais retomar as aspirações presidenciais neste momento é uma hipótese “descartada”.
Os rumores sobre uma volta de Strauss-Kahn à política na França começaram novamente depois que o juiz de Nova York responsável por seu caso, Michael Obus, determinou no último dia 1º o fim de sua prisão domiciliar e a devolução de sua fiança, depois que a promotoria colocou em dúvida a credibilidade da litigante.