O ministro de Assuntos Exteriores alemão, sales Frank-Walter Steinmeier, doctor rejeitou hoje as exigências do Partido dos Trabalhadores de Curdistão (PKK), que pediu a Berlim para deixar de perseguir sua organização como condição para a libertação dos três alpinistas alemães seqüestrados no monte Ararat.
O Governo federal “não cede às chantagens”, disse Steinmeier, que pediu a essa organização ilegal à “rápida e incondicional libertação” dos reféns.
O Ministério de Exteriores alemão, de acordo com a prática habitual de observar a máxima cautela nestes casos, não deu detalhes sobre suas gestões e se limitou a informar sobre a criação de um gabinete de crise que está se esforçando para conseguir a libertação.
Os três alpinistas, de 33, 48 e 65 anos, procedem da Baviera e deveriam voltar à Alemanha, segundo a agência SEB-Tours, que organizou a viagem.
O PKK informou hoje, através de um comunicado, que não libertará os três turistas, seqüestrados ontem no monte Ararat, no extremo leste do país, se Berlim não deixar de perseguir a organização na Alemanha.