Os dois homens, que trabalhavam limpando campos minados, foram seqüestrados em Hodur, a noroeste de Mogadíscio, e, horas depois, foram soltos sãos e salvos na cidade de Wajid.
Ali Omar Abdi, subcomissário dessa localidade, confirmou à Agência Efe a libertação dos seqüestrados.
“Os rebeldes contataram anciãos da comunidade e entregaram-lhes os reféns, entre os quais também havia um somali”, disse Abdi por telefone.
Segundo a RSSA, seus dois funcionários serão levados para localidade de Baidoa e, de lá, para Nairóbi.
Desde agosto passado, a RSSA trabalha em parceira com a ONU limpando campos minados da região, atividade que deveria ser concluída até setembro e na qual, até o seqüestro, trabalhavam nove pessoas.
Devido ao rapto, todo o pessoal da agência sueca deixará a Somália. Porém, o chefe de operações internacionais do órgão, Kjell Larsson, disse que o trabalho no país será retomado em breve.
Enquanto os dois trabalhadores da RSSA eram libertados, a ONU também evacuou os 15 funcionários que têm na região, por considerar que a segurança do grupo não estava assegurada.
A transferência do pessoal da ONU supõe um forte revés para as atividades da organização na Somália, onde mais de 1,5 milhão de pessoas que dependem da sua ajuda.