O número de mortos pelo desmoronamento de terra e barro sofrido em 8 de agosto em Zhouqu (província noroeste chinesa de Gansu) ascende para 1.287 segundo as últimas números do Governo chinês, que atualizam diariamente.
Além disso, acrescentou a fonte oficial por meio da agência “Xinhua”, 457 pessoas estão desaparecidas após o desastre, um dos piores sofridos pela China nesta temporada de chuvas estivais.
China celebrou no domingo jornada de luto pelas vítimas do desprendimento, com três minutos de silêncio em todo o território em memória das vítimas e inclusive o cancelamento de muitas atividades na Exposição Universal de Xangai.
Por outro lado, um deslizamento ocorrido nesta quarta-feira na província sudoeste de Yunnan deixou 67 desaparecidos e 25 feridos.
A maioria dos desaparecidos é empregada de uma mina de minério de ferro na localidade de Puladi, no distrito autônomo de Gongshan.
Na mesma localidade, outro deslizamento de terra ocorrido em 26 de junho causou a morte de 11 pessoas nas obras de construção de uma central hidroelétrica.
O país asiático vive sua pior monção em 12 anos, com mais de 3,4 mil mortos e desaparecidos desde que iniciou a temporada em maio, com danos comparáveis aos produzidos pelas enchentes dos rios Yang-Tsé e Songhua em 1998, que ocasionaram mais de 4 mil mortos e 140 milhões de deslocados.