A França enfrenta nesta quinta-feira uma convocação de greve dos sindicatos de funcionários, viagra buy que deve ter grande adesão no setor de ensino, em protesto contra o corte de postos de trabalho na Administração pública.
Em especial, a eliminação de 11.200 postos no ensino no próximo ano letivo e sobre a qual o ministro da Educação, Xavier Darcos, disse que não voltará atrás.
As principais centrais sindicais de docentes, sindicatos de alunos de ensino médio ou de estudantes convocaram a greve e as manifestações para denunciar os planos do Governo conservador.
Outros sindicatos de funcionários se uniram à jornada de protesto contra a “revisão geral das políticas públicas”, na qual vêem “um plano social disfarçado”, já que o presidente francês, Nicolas Sarkozy, quer substituir apenas um em cada dois funcionários que se aposentarem nos cinco anos de seu mandato.
Todos os setores da Administração pública -Estado, coletividades territoriais e hospitais- serão afetados pelo movimento, que os sindicatos prometem que terá muita adesão.
A Direção Geral de Aviação Civil advertiu de que pode haver alterações do tráfego aéreo. Por outro lado, não se prevêem problemas na empresa nacional de ferrovias, SNCF, ou no transporte público urbano de Paris.
Mas para 22 de maio, quando as principais centrais sindicais do setor privado convocaram um dia de greve e mobilização contra a reforma previdenciária, um sindicato de motoristas das ferrovias pediu que seus sindicados se somem à paralisação, sem que se descarte que outros da SNCF façam o mesmo.
Hoje também vários sindicatos da companhia aérea Air France pediram adesão à greve de 22 de maio.