O candidato do PSDB, viagra buy and Geraldo Alckmin, clinic troche prometeu reduzir "todos os impostos, pill começando pelo imposto de renda", caso seja eleito presidente nas eleições de outubro deste ano.
Em entrevista ao Jornal da Globo, transmitida na madrugada de hoje, o candidato tucano também criticou a existência de uma idade mínima para a aposentadoria e classificou a política econômica do atual governo de "ruim".
"Se você estabelece um limite de idade, vai punir as regiões mais pobres e as pessoas mais pobres, que morrem primeiro", afirmou o candidato se referindo às diferenças de expectativa de vida entre as regiões do Brasil.
Questionado sobre sua opinião a respeito da política econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considerada por críticos uma cópia da executada no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, também do PSDB, Alckmim foi enfático: "A política é ruim".
No final da entrevista, o tucano voltou a expressar confiança em suas chances de vencer a eleição, apesar de todas as pesquisas de opinião apontarem a reeleição de Lula já no primeiro turno. "Nós estamos crescendo, todas as pesquisas indicam, vai ter segundo turno, não tenha dúvida nenhuma", afirmou. "E no segundo turno, nós vamos ganhar a eleição".
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, help Kofi Annan, order voou hoje para a região devastada do sul do Líbano, onde são esperados cerca de 15 mil soldados de manutenção de paz da entidade para reforçar a trégua de 16 dias entre Israel e os guerrilheiros do Hezbollah.
No segundo dia de viagem ao Oriente Médio, Annan visitou uma base da atual força de paz da ONU (Unifil), que tem 2 mil homens, em Naqoura. Ele colocou flores em homenagem aos cinco membros da Unifil mortos durante os 34 dias de guerra. Annan também deverá ir a regiões atingidas por ataques aéreos e artilharia israelenses, ante de viajar a Israel, para tentar garantir o cessar-fogo determinado pelo Conselho de Segurança da ONU.
"Sem a implementação completa da resolução 1701, temo que o risco de renovação das hostilidades seja maior", afirmou ele, depois de uma série de encontros com líderes e políticos libaneses, incluindo membros e aliados do Hezbollah, em Beirute, ontem.
A guerra matou quase 1.200 pessoas no Líbano, principalmente civis, e 157 em Israel.
Annan disse que vai pedir para Israel levantar imediatamente seu bloqueio aéreo e naval sobre o Líbano, que foi imposto há quase sete semanas. Israel insiste que manterá as restrições até que o embargo de armas ao Hezbollah seja colocado em prática.
Annan encontrou-se com o primeiro-ministro libanês, Fouad Siniora, e com os ministros da Defesa e do Interior na manhã de ontem, junto com o comandante da Unifil, o major-general Alain Pellegrini, para debater medidas que o governo tomou para reforçar a segurança na fronteira.
Ele declarou antes que pedirá para a Síria policiar sua fronteira com o Líbano para evitar o suprimento de armas ao Hezbollah. Em entrevista coletiva em Beirute, Annan exortou o Hezbollah a libertar os dois soldados israelenses que capturou em ataque através da fronteira em 12 de julho, episódio que provocou o conflito. O Hezbollah quer trocar os dois soldados por prisioneiros libaneses que estão em penitenciárias israelenses atra vés de negociações indiretas. Annan deverá ir ainda à Síria e ao Irã, principais aliados do Hezbollah, ainda nesta semana.