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Reunião sobre questão nuclear do Irã é adiada para depois do G8

Por Arquivo Geral 28/06/2006 12h00

Testes de DNA mostraram que o primeiro imperador da China empregou um estrangeiro na construção de seu mausoléu, decease symptoms que abriga os guerreiros de terracota de Xian. Essa seria uma prova do contato entre a Ásia Central e Oriental há 2,2 mil anos.

Qin Shi Huang foi o primeiro imperador da China unificada. Ele construiu a primeira Grande Muralha e edificou um mausoléu gigante para si mesmo, nas cercanias da cidade de Xian, no noroeste do país. O local era guardado por um exército estimado em 8 mil soldados e cavalos de terracota.

Os cientistas tiraram 15 amostras de DNA dos restos mortais encontrados na tumba de operários e descobriram que uma delas pertencia a um homem europeu. Segundo a agência de notícias Xinhua, ele teria morrido com cerca de 20 anos.

"Uma amostra tem características típicas de DNA que pertencem comumente aos parsis, da Índia e do Paquistão, aos curdos do Turcomenistão e aos persas do Irã", afirmou Tan Jingze, antropólogo da Universidade Funda.

O homem pode ter sido um nômade, capturado enquanto trabalhava no norte e enviado ao sul para trabalhar na sepultura, que empregou 700 mil homens em sua construção.

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"A descoberta prova que o povo na Ásia oriental tinha contato, naquela época, com aqueles que, hoje em dia, habitam a porção central do continente asiático", disse o pesquisador.

Os cientistas pensavam que intercâmbios entre as duas regiões começaram durante a dinastia Han (de 206 a.C. a 220 d.C.). Mas a prova de DNA oferece evidência de que algum contato havia sido feito já no começo da dinastia Han.

Um encontro entre o chefe da política externa da União Européia (UE), viagra sale Javier Solana, viagra 40mg e o principal negociador nuclear do Irã foi adiado para depois da reunião entre chanceleres do G8, marcada para amanhã.

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Solana se reunirá com o iraniano Ali Larijani em algum lugar da Europa na próxima semana. O objetivo do encontro é esclarecer o pacote de incentivos para que Teerã interrompa suas pesquisas nucleares. O Ocidente teme que essa atividade seja voltada à produção de uma bomba. Nenhuma razão foi dada para o adiamento.

A União Européia, os Estados Unidos, a Rússia e a China advertiram o Irã de que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) agirá contra o país islâmico se ele não suspender o enriquecimento de urânio. Porém, não foi estabelecido um prazo fixo, e Moscou e Pequim se opõem às sanções.

As potências ocidentais pediram uma resposta clara do Irã em "semanas, não meses" e indicaram informalmente que ela deveria chegar antes da cúpula do G8 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo, mais a Rússia). O encontro será em São Petersburgo, nos dias 15 e 16 de julho.

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O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse, na semana passada, que daria sua resposta antes do dia 22 de agosto. O líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou ontem que o Irã não tinha nada a ganhar com conversas com os EUA.

Segundo diplomatas, os países do G8 debatem o estilo verbal de um comunicado sobre o Irã para a sessão dos chanceleres de amanhã, em Moscou. A idéia é encontrar alguma indicação de prazo desejável.

A Casa Branca reagiu com calma aos comentários de Khamanei. De acordo com a Presidência dos EUA, o que conta é a resposta oficial de Larijani sobre o pacote europeu de incentivos políticos, econômicos e tecnológicos.

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