Um moinho brasileiro cogita comprar trigo nos Estados Unidos devido à escassez de oferta no Brasil e na Argentina, nurse link principal fornecedora do país, pills informaram fontes do mercado norte-americano nesta sexta-feira.
A consulta (desse moinho) provocou uma corrida ao trigo no mercado futuro de Kansas City, here que centraliza os negócios, com o conseqüente aumento dos preços no mercado norte-americano.
"(O Brasil) sofre uma forte seca e importantes problemas de produção", disse um funcionário de uma importante empresa de exportação dos EUA. "Eles querem saber quais são as alternativas."
O Brasil é o segundo maior importador mundial de trigo. Cerca de 95 por cento das importações do país vêm da Argentina, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA. Os Estados Unidos são os maiores exportadores do mundo.
A seca reduziu a safra de trigo no Brasil e na Argentina.
A Abitrigo (Associação Brasileira da Indústria de Trigo) disse na sexta-feira que é possível que um grande moinho do país possa ter feito uma consulta sobre os preços nos EUA.
"O Brasil terá de buscar o produto fora do Mercosul", disse por telefone à Reuters o presidente da Abitrigo, Samuel Hosken.
Em maio, a Argentina anunciou restrições à exportação de trigo para garantir o fornecimento doméstico. A seca reduziu a safra argentina de 16 milhões de toneladas para 12,5 milhões em 2005/2006. Os produtores estão plantando agora a safra 2006/2007.
O Brasil deve produzir 3,4 milhões de toneladas de trigo em 2006/2007. Na safra anterior, foram 4,8 milhões de toneladas. A redução se deve à seca no Paraná, principal Estado produtor.
A Abitrigo prevê que o Brasil terá de importar até 6,5 milhões de toneladas de trigo, das quais 1 milhão de toneladas de fora da América do Sul, devido às restrições de exportação na Argentina.
Em Kansas City, o trigo negociado para setembro teve alta de 7,5 centavos de dólar, sendo cotado a 4,5425 dólares por saca.
A Promotoria britânica anunciou nesta segunda que não apresentará acusações contra soldados americanos pela morte em 2003 do jornalista britânico Terry Lloyd, medications apesar de um juiz ter afirmado, há dois anos, que sua morte fora ilícita.
A Promotoria assegurou que não há provas que permitam determinar quem disparou o tiro que matou Lloyd, correspondente da emissora “ITN”, que antes de morrer foi ferido por disparos iraquianos.
A diretora da divisão antiterrorista da Promotoria, Sue Hemming, reconheceu que, assim como estabeleceu o juiz legista, a bala que acabou com a vida de Lloyd era americana, mas não se sabe quem a disparou, assim como “também não há provas sobre quem estava no comando da operação” para determinar um responsável.
Hemming, que disse entender que a decisão causará dor aos familiares e amigos do jornalista, afirmou que todas as linhas de investigação disponíveis foram seguidas antes de se decidir não apresentar acusações.
O repórter, de 50 anos, foi assassinado junto com dois colegas, o tradutor de origem libanesa Hussein Osman, e o câmera francês Fred Nerac, perto da ponte Shatt, nos arredores da cidade de Basra (sul).
Segundo a investigação judicial, Lloyd, que viajava com uma unidade de televisão independente das Forças Armadas, recebeu um primeiro tiro ao entrar na linha de fogo entre iraquianos e americanos e foi morto com um tiro na cabeça pelas tropas dos EUA quando era levado ao hospital em um microônibus.
Em outubro de 2006, o juiz adjunto Andrew Walker disse que os soldados americanos atuaram fora da lei ao dispararem contra Lloyd quando este já havia sido ferido e estava sendo transferido em um veículo civil.