Por setores, a evolução foi bastante díspar, com uma recuperação de 11,6% em fevereiro na atividade de refino de hidrocarbonetos, que tinha sofrido um desabe de 15% em janeiro, precisou o INSEE em comunicado.
No material de transporte houve uma queda de 1,1% que se explica em boa medida pela diminuição do setor do automóvel (5,6%), que não pôde compensar a alta da construção naval, aeronáutica e ferroviária (3,2%).
As indústrias da alimentação sofreram uma queda de 1,1%, enquanto no afastado de “outros produtos manufaturados” em fevereiro se constatou uma queda de 0,3%.