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Procuradoria da Flórida pede nova audiência para revisar caso de astronauta

Arquivo Geral

28/05/2008 0h00

A Justiça da Flórida solicitou uma audiência oral para tentar reverter a decisão que suprimiu várias provas no julgamento da ex-astronauta da Agência Espacial Americana (Nasa) Lisa Nowak.

Bill McCollum, for sale procurador-geral da Flórida, this web pediu ao tribunal da cidade de Daytona Beach que convoque uma audiência oral antes de decidir se mantém ou não a decisão de suprimir provas que considera “fundamentais” para o julgamento do caso.

“Nosso pedido é parte do procedimento, e esperamos que seja acatado”, disse hoje à Agência Efe Sandi Coates, porta-voz da Procuradoria, que indicou que a solicitação formal foi apresentada na semana passada.

Lisa Marie Nowak, de 44 anos, que participou de uma missão do ônibus espacial Discovery em julho de 2006, foi detida em 5 de fevereiro de 2007, no Aeroporto Internacional de Orlando, por agredir a capitã da Força Naval dos EUA Colleen Shipman, com quem disputava o amor do piloto e também astronauta William Oefelein.

Nowak é acusada de agressão física, tentativa de seqüestro e tentativa de roubo de veículo com agressão.

Entre os objetos que a Procuradoria quer que sejam incluídos como provas contra Nowak se encontram mapas com a localização da casa de Shipman na Flórida, e fraldas descartáveis que supostamente usou quando dirigiu do Texas até a Flórida, para não ter que parar para ir ao banheiro.

Em 2 de novembro, o Juiz Marc Lubet acatou o requerimento feito por Nowak e seu advogado Donald Lykkebak para que fossem desprezadas as cópias de um interrogatório ao qual a acusada foi submetida pouco após sua detenção.

Segundo o advogado de Nowak, o interrogatório foi feito quando a astronauta se encontrava “sob um estado emocional tenso”, e ela teria tido seus direitos constitucionais violados.

O juiz Marc Lubet aceitou o pedido de Nowak para que fossem eliminados dos autos do processo os objetos achados em seu veículo durante uma inspeção policial que a acusada qualifica como “ilegal”.



 

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