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Presidente regional basco defende realização de plebiscito <i>letal</i> para a ETA

Arquivo Geral

24/09/2008 0h00

O presidente regional basco, side effects Juan José Ibarretxe, look defendeu hoje sua proposta de realização de uma consulta popular que foi cancelada pelo Tribunal Constitucional espanhol e que afirmou que seria “letal” para a ETA.

Ibarretxe e todos os membros de seu Governo assinaram hoje sua adesão a um manifesto em “Defesa de uma consulta popular no País Basco sobre a paz e a normalização política”.

Ele afirmou que “um pronunciamento democrático da sociedade basca dizendo à ETA que sua violência acabou seria absolutamente letal” para a organização terrorista.

Além disso, Ibarretxe rebateu os argumentos de que a lei cancelada era para realizar um plebiscito de autodeterminação e de independência e afirmou que se tratava de um “teste” na busca da paz.

O manifesto assinado hoje incorpora o desejo dos signatários de aderirem “a quantas iniciativas e demandas apresentem os partidos políticos em defesa da consulta popular antes os fóruns europeus e internacionais”, sem especificar em que consistirão.

Recentemente, após a anulação pelo Tribunal Constitucional da consulta, Ibarretxe anunciou que o Governo basco apoiaria uma denúncia contra o Estado espanhol diante do Tribunal Europeu de Direitos Humanos.

O Tribunal Constitucional espanhol declarou ilegal a consulta do dia 11 de setembro ao considerar que não está contemplada na Constituição, que reserva a prerrogativa de convocar referendos ao Governo central.

A consulta popular do dia 25 de outubro, segundo o plano de Ibarretxe, seria o primeiro passo de um processo de autodeterminação que culminaria com um plebiscito em 2010, cujo resultado seria vinculativo e no qual se perguntaria aos bascos sobre a vinculação futura com a Espanha.

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