O presidente do Parlamento da Groenlândia (região autônoma dinamarquesa), website like this Jonathan Motzfeldt, illness apresentou sua renúncia depois que a Promotoria abriu uma investigação contra ele por causa de um caso de abuso sexual a uma funcionária, physician informou hoje a televisão pública dinamarquesa “DR”.
A mulher acusa Motzfeldt, político e pastor protestante, e outro funcionário do Parlamento de tê-la apalpado no banheiro da casa do primeiro e de fazer insinuações sexuais.
A Polícia arquivou a denúncia, apresentada em agosto, por considerar que não havia indícios suficientes, mas a Promotoria decidiu acolher a denúncia da mulher e abrir uma nova investigação dos fatos.
Em um comunicado à imprensa, Motzfeldt, de 69 anos, negou as acusações e disse que sua consciência estava “limpa”.
Ele afirmou que vai tentar limpar sua imagem, mas que renunciou para salvar a reputação do país e da instituição.
Nos últimos dias Motzfeldt se viu pressionado pelos partidos da oposição, que por várias vezes pediram sua renúncia.
O Parlamento deverá eleger o novo presidente em uma sessão extraordinária na sexta-feira.
Motzfeldt é a figura central da política na Groenlândia desde que a maior ilha do mundo, com 2 milhões de quilômetros quadrados, aprovou um estatuto de autonomia, em 1979.
O político ocupou a Presidência autônoma do território dinamarquês durante 17 anos (1979-1991 e 1997-2002), assim como as de seu partido e a do Parlamento por várias ocasiões.
Durante sua carreira política teve sua imagem desgastada por vários escândalos de desperdício de dinheiro público e problemas com o álcool.
Apesar da renúncia à Presidência do Parlamento, cargo que ocupava desde 2003, Motzfeldt conservará sua cadeira e seu posto à frente da comissão mista entre Dinamarca e Groenlândia que negocia uma ampliação da autonomia da ilha.