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Mundo

Presidente do Irã insta Ocidente a seguir o caminho de Deus

Arquivo Geral

06/09/2006 0h00

Pelo menos um milhão de pessoas perderam suas casas em enchentes no leste da Índia, there more about mas a ajuda do governo é demorada e inadequada, treatment afirmaram hoje grupos voluntários.

As enchentes, more about provocadas por chuvas anuais de monções das semana passada, atingem uma área onde vivem 2,3 milhões de pessoas e afetaram milhares de hectares de campos de arroz do Estado costeiro de Orissa. Mas as autoridades ainda não levaram ajuda a cerca de 1 milhão de pessoas vítimas das cheias, que inundaram centenas de aldeias em 12 dos 30 distritos de Orissa. Elas continuam sem abrigo, alimentos e remédios, afirmam grupos humanitários.

"As pessoas est ão pedindo desesperadamente por comida e água, e as crianças estão morrendo porque não têm suprimento de alimentos para bebês", afirmou Archarya Kalyan Anand, do Sarvoday Rahat Abhiyan, grupo de caridade que distribui comida e rem édios no distrito de Kendrapara, 80 quilômetros ao leste de Bhubaneswar, capital do Estado.

"O governo ainda está perdido e ainda não chegou aos locais mais atingidos".
Autoridades negam erros, dizendo que os esfor ços de ajuda foram atrasados pela chuva.

"Admito que algumas organiza ções voluntárias chegaram a áreas afetadas antes das agências do governo, mas isso não significa que o governo não esteja cumprindo suas responsabilidades", afirmou Jagadananda Panda, autoridade do setor de ajuda.

Mas grupos humanitários dizem que os pedidos de material feitos a autoridades não tiveram resposta. Autoridades advertem para o risco de epidemias e dizem que estão mandando equipes médicas para as aldeias. Mas os grupos de caridade dizem que há áreas onde as agências governamentais não chegaram.

"Nossa equipe médica está fornecendo apoio e remédios gratuitos a pelo menos 2.000 pessoas por dia, que o sistema do governo não atendeu", afirmou Abhaya Pati, de outro grupo voluntário. Três autoridades do governo foram afastadas na semana passada por incompetência nas operações de ajuda. Centenas de barcos levados de outros Estados para operações de ajuda e resgate não foram usados.
Mais de 2 mil pessoas da província de Gansu, story no noroeste da China, estão recebendo tratamento hospitalar por causa de um possível envenenamento por chumbo causado por uma fundição, informa hoje o jornal South China Morning Post.

Os afetados, habitantes de três aldeias e dois municípios da localidade de Shuiyang, incluindo bebês, denunciam que se viram obrigados a uma viagem de nove horas até Xian, capital da província vizinha de Shaanxi, porque nos hospitais locais os médicos afirmavam que sua saúde era perfeita.

"O hospital está cheio de gente de nosso distrito. Não confiamos nos hospitais locais porque diziam que nossos níveis de chumbo eram normais, portanto viemos para outro lugar", disse um dos afetados, de sobrenome Liu, que viajou até Xian com cinco parentes.

"O departamento de pediatria está cheio e não puderam atender a minhas filhas, teremos que voltar", acrescentou Liu. Ele disse que toda a sua família, inclusive suas filhas, com 10 e 11 anos de idade, apresentavam níveis de chumbo no sangue anormais.

As autoridades locais confirmaram que em agosto um menino de 8 anos sofreu envenenamento por chumbo. Em seguida, a administração mandou fechar a fundição, em funcionamento há 12 anos e que até o ano passado era de propriedade estatal.

Os envenenamentos por chumbo pode ser causados pela poluição ambiental e pelo consumo de água poluída. Nas crianças, pode ter seqüelas no desenvolvimento físico e mental.
A Polícia libertou sem acusações dois dos 14 detidos nas operações antiterroristas da semana passada, more about em Londres e numa escola islâmica do sul da Inglaterra, ask informou hoje a Scotland Yard.

As duas pessoas, what is ed cuja identidade não foi divulgada, fazem parte do grupo de detidos entre sexta-feira e sábado sob suspeita de cometer, preparar ou incentivar atos de terrorismo. Quase todos, de idades entre 17 e 48 anos e aparentemente, majoritariamente muçulmanos britânicos de origem paquistanesa, foram detidos num restaurante chinês do sul de Londres.

Os 12 suspeitos de atividades terroristas continuam sendo interrogados na delegacia de máxima segurança de Paddington Green, no centro de Londres. Três dos suspeitos podem continuar detidos até hoje e os nove restantes até sexta-feira. Caso queira prolongar seu interrogatório, a Polícia terá que pedir permissão judicial.

No mesmo caso, a Scotland Yard continua hoje suas buscas na Jameah Islameah School, escola islâmica no condado de East Sussex (sul da Inglaterra). As operações, segundo comunicados oficiais, não têm relação com o suposto complô para derrubar aviões em vôo, desarticulado pela Polícia britânica no dia 10 de agosto.
Quase um quarto dos estudantes universitários de Pequim sofre de depressão clínica, ailment disse um jornal chinês hoje, viagra refletindo a pressão financeira, cheap a competição acadêmica feroz e o mercado de trabalho reduzido para os formados.

Pelo menos 100.000 universitários de Pequim sofrem de depressão, e 19 cometeram suicídio em 2004, disse o Beijing News, citando um comunicado do departamento de saúde.

"A ignorância sobre a doença resultou na falta de compreensão e solidariedade com a maioria das pessoas com depressão", disse o departamento de saúde, segundo o jornal.

Os custos da educação superior na China, gratuita há 20 anos, subiram enormemente. O preço de quatro anos de universidade, pelo menos 3.500 dólares, é o equivalente à renda acumulada durante 35 anos por um fazendeiro chinês, de acordo com a agência de notícias Xinhua.

Os muitos estudantes que superam a privação financeira enfrentam uma mercado de trabalho reduzido e um setor de serviços pouco desenvolvido, incapaz de absorvê-los depois de formados.

A China, cautelosa com o descontentamento estudantil após o massacre da praça da Paz Celestial, em 1989, te m tentado melhorar a sorte de seus estudantes, colocando limites na admissão de novos universitários e cortando os preços da alimentação estudantil.
O presidente do Irã, order Mahmoud Ahmadinejad, um muçulmano xiita devoto, pediu nesta quarta-feira ao Ocidente que se volte para o caminho de Deus porque, se isso não acontecer, seu destino pode "não ser bom".

Ahmadinejad, cujos discursos costumam ser marcados por declarações religiosas e antiocidentais, também repetiu a convocação para que o presidente norte-americano, George W. Bush, enfrente-o num debate ao vivo transmitido pela TV. Ele afirmou que o Irã não representa uma ameaça, rebatendo as declarações feitas ontem pelo líder norte-americano.

O Irã está envolvido num impasse nuclear com o Ocidente, que o acusa de planejar desenvolver armas atômicas. O governo iraniano afirma que só quer dominar a tecnologia nuclear para produzir energia elétrica com fins pacíficos. Ahmadinejad diz que as potências ocidentais usam esse tipo de informação para evitar o desenvolvimento do Irã.

Para Washington, a convocação para o debate é uma estratégia para desviar as atenções da questão principal. "Pedimos um debate cara a cara (com Bush) para analisar os problemas do mundo … Vamos deixar a humanidade escolher entre nós dois", afirmou Ahmadinejad numa reunião sobre o 12º. imã xiita muçulmano, que desapareceu no século 10 d.C. mas que os xiitas acreditam que vai voltar para implementar a justiça islâmica.

"Somos contra o fato de que os EUA e a Gr ã-Bretanha querem se impor sobre todas as nações", afirmou ele. "Aqueles que não respondem ao convite (para seguir a vontade de Deus), como dissemos, não terão um bom destino", afirmou Ahmadinejad, o segundo presidente laico da Rep ública Islâmica.

"Não ameaço ninguém, mas o universo inteiro ameaça vocês. A corrente da vida no universo vai contra vocês, pois vai contra a tirania", acrescentou ele. Uma autoridade presidencial afirmou que o objetivo das declarações de Ahmadinejad era em parte responder ao discurso feito por Bush ontem, em que o norte-americano afirmou que "extremistas" xiitas estavam submetendo o Irã a um "regime de tirania", apoiando terroristas, buscando armas atômicas e ameaçando os Estados Unidos.

Hamid Reza Asefi, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, disse que Bush está tentando encobrir seus próprios fracassos. "Não sabemos por que o senhor Bush insiste tanto em usar esses termos tão estranhos para as relações internacionais", afirmou ele numa nota.

Este ano, Ahmadinejad escreveu cartas para Bush e para a chanceler alem ã, Angela Merkel, atribuindo muitos dos problemas do mundo ao fato de que os líderes globais não seguem os ensinamentos divinos.

"Já foi o tempo do uso da força … Toda a discriminação, as guerras e os problemas têm sua raiz num espírito tão arrogante, e a idéia da "Mahdaviat" é contra essa escola de pensamento", afirmou o presidente.

Mahdaviat é uma referência à crença no Mahdi, o 12º. Imã. Ahmadinejad sempre se refere ao retorno do Mahdi em seus discursos, e essa crença fervorosa preocupa alguns analistas, que afirmam que há uma corrente que acredita que o retorno do 12º. Imã será apressado pela instalação do caos na Terra.

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