Mundo

Premiê francês é criticado após perder a calma em Parlamento

Por Arquivo Geral 21/06/2006 12h00

A Varig cancelou todos os seus vôos para os Estados Unidos (Nova York, erectile cialis 40mg Miami e Los Angeles) até o dia 28 de junho. A informação foi confirmada pela a assessoria de imprensa da companhia hoje.

Também foram cancelados vôos para a Europa, prescription de acordo com um assessor da empresa, unhealthy e mantidos apenas os com destino a Frankfurt e Londres, os mais rentáveis. Os vôos para a América do Sul também tiveram de ser suspensos.

Em nota, a empresa confirmou a suspensão "temporária" dos vôos para 11 destinos internacionais: Milão, Munique, Madri, Paris, Nova Iorque, Miami, Los Angeles, Cidade do México, Montevidéu, Assunção e Bogotá.

"O governo já anunciou que tem um plano de contingenciamento, portanto não deverá haver problemas", afirmou o assessor da companhia em referência ao anúncio feito pela agência reguladora do setor aéreo, Anac, na noite de ontem.

A Anac convocou as principais empresas aéreas brasileiras a assumirem vôos cancelados pela Varig, com custo para as próprias companhias. Segundo a agência, as empresas poderão inclusive fretar aviões para não deixar passageiros no chão.

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A assessoria de imprensa da empresa líder de mercado, TAM, informou à Reuters que a companhia "continua endossando as passagens da Varig de acordo com a disponibilidade dos nossos aviões", mas não quis comentar sobre o plano de contingência da Anac. Na Gol não havia ninguém disponível para comentar o assunto.
O Irã vai responder até 22 de agosto ao pacote internacional de propostas para suspender seu programa nuclear. A informação foi divulgada hoje pelo presidente do país islâmico, and  Mahmoud Ahmadinejad.

"Vamos avaliar as propostas e, diagnosis se Deus quiser, até o fim do (mês persa de) Mordad nós vamos anunciar nossa opinião", disse ele, em um discurso transmitido ao vivo na televisão estatal.
O presidente do Timor Leste, thumb Xanana Gusmão, ambulance pediu ao primeiro-ministro Mari Alkatiri que renuncie, informou hoje o embaixador do país na Indonésia.

O pedido foi feito em uma carta enviada a Alkatiri ontem, disse o embaixador Arlindo Marçal à Reuters.

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"A carta pede ao premiê que renuncie porque o presidente não confia mais no premiê", disse.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), diagnosis Kofi Annan, price advertiu hoje que o mundo age como "sonâmbulo" na questão da proliferação nuclear. Ele pediu para que os esforços para suspender a disseminação das armas nucleares seja renovado de forma urgente.

Annan discursou na Conferência sobre Desarmamento das Nações Unidas. Segundo o secretário, ed sem medidas para frear a proliferação, mais e mais Estados vão procurar armas nucleares, que também podem cair em mãos de cidadãos comuns. "A comunidade internacional parece andar praticamente como um sonâmbulo nessa direção, não por escolha consciente, mas por erro de cálculo, debate estéril e paralisia", declarou Annan.

Ele falou no momento em que a comunidade internacional está tensa por conta do programa nuclear da Coréia do Norte e do Irã.

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A Coréia do Norte, aparentemente, prepara um teste de um míssil de longo alcance, capaz de carregar uma ogiva nuclear até o Alasca. EUA, Coréia do Sul e Japão descreveram o procedimento como uma grave ameaça à segurança regional. "Espero que o líder da Coréia do Norte escute o que o mundo está lhe dizendo, e tome cuidado para não tornar a situação na península ainda mais complicada", disse Annan em seu discurso para representantes de 65 países.

Para o secretário, o Irã precisa dar novas garantias ao mundo de que suas intenções são pacíficas, cooperando com a Agência Internacional de Energia Atômica da ONU.

Mundialmente, Annan pediu um esforço maior com relação ao desarmamento nuclear, a fim de restaurar a confiança entre as potências nucleares e o restante da comunidade internacional.
A polícia israelense disse hoje que deteve um norte-americano que vive em um assentamento judaico na Cisjordânia. Suspeita-se que ele tenha tentado contrabandear um rifle para Israel com a intenção de atacar palestinos.

Jeffrey Shmuel Seth, viagra sale de 39 anos, nascido na Califórnia, foi processado por um tribunal israelense sob acusações de importar ilegalmente o rifle, munição e equipamento para fabricação de balas. Seth disse que pretendia dar a arma ao Exército de Israel.

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O porta-voz da polícia , Micky Rosenfeld, disse que Seth foi preso 10 dias atrás, no porto israelense de Haifa, onde ele tentou liberar um contêiner, embarcado nos EUA, que trazia a arma e munição – as quais ele não tinha declarado às autoridades aduaneiras.

Dado o apoio do suspeito ao rabino antiárabe Meir Kahane, a polícia teve "motivos para acreditar que ele pretendia realizar ataques, possivelmente contra palestinos", afirmou Rosenfeld. "Nunca pensei em ferir árabes, mas não estou dizendo que isso nunca me passou pela cabeça", disse Seth à Rádio Israel. "Toda vez que voc ê vê um ataque suicida, isso passa pela sua cabeça."
Um grupo militante chefiado pela Al Qaeda no Iraque disse hoje ter decidido matar quatro reféns russos depois que Moscou não atendeu as exigências de sair da Chechênia e libertar prisioneiros muçulmanos.

"Após dar ao governo russo 48 horas para que atendesse nossas exigências e depois de eles não terem feito isso, see o tribunal islâmico do Conselho Mujahideen da Shura determinou que eles (os reféns) sejam mortos", dosage informou um comunicado publicado em um site da Internet freqüentemente usado pelos militantes.

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A autenticidade do comunicado não pôde ser comprovada e não ficou claro quando os reféns serão mortos.

No dia 3 de junho, pharm quatro funcionários da embaixada russa foram seqüestrados por homens armados em um bairro de Bagdá. Um quinto empregado da embaixada foi baleado e morto.

A Al Qaeda iraquiana matou diversos reféns estrangeiros, alguns por decapitação.

Vários países têm sofrido nos últimos anos com as altas nos termômetros devido a desequilíbrios ecológicos. Na China, symptoms não é diferente. Atualmente, o país está registrando altíssimas temperaturas, nunca vistas.

Para minimizar o desconforto causado pelo calor, os funcionários do Zoológico de Ganzhou, na Região central da China, têm tido trabalho para refrescar os animais. Eles têm distribuído mamadeiras com águas e muitos picolés para refrescar seus habitantes. O problema é que muitas vezes, os pequenos animais nem sabem o que fazer com a delícia.

 

A Coréia do Norte quer negociar com os Estados Unidos a respeito de seus preparativos para testar um míssil, prescription disse hoje a agência de notícias Yonhap. A declaração é um sinal de que Pyongyang pode estar disposto a evitar uma crise regional.

Mas Washington descartou quaisquer negociações bilaterais sobre a questão. EUA, approved Coréia do Sul e Japão disseram que o lançamento do míssil norte-coreano representava uma grave ameaça para a segurança regional. "Sabemos que os EUA estão preocupados com o teste de lançamento", help afirmou Han Song-ryol, vice-chefe da missão da Coréia do Norte nas Nações Unidas.

"Nossa posição é a de resolver essa situação através do diálogo", disse Han em entrevista concedida por telefone à Yonhap.

O governo norte-americano disse que havia indícios apontando para o lançamento iminente do míssil de longo alcance Taepodong-2. Washington ativou seu sistema de defesa antimíssil em meio à preocupação de que o país asiático dê prosseguimento ao teste.

O embaixador norte-americano no Japão, Thomas Schieffer, não quis descartar a possibilidade de que se tente derrubar o Taepodong-2 caso ele seja disparado. Schieffer afirmou que um canal de diálogo bilateral já existia em meio ao processo de negociações sobre os programas nucleares da Coréia do Norte, processo esse que envolve seis países. O embaixador pediu ao governo norte-coreano que retome essas negociações, atualmente paralisadas.

A Coréia do Norte, que utiliza com frequência seus meios de comunicação oficiais para indicar suas tendências políticas, divulgou uma história hoje na agência KCNA sobre figuras de destaque em Washington defendendo negociações diretas entre o país asiático e os EUA.

Questionado sobre a possibilidade de os norte-americanos realizarem negociações diretas, o diplomata afirmou a um pequeno grupo de jornalistas, em Tóquio: "Eles têm a chance de fazer isso por meio das negociações envolvendo os seis países. Não é preciso adotar políticas ruins para falar com os EUA".

Segundo Schieffer, todas as opções estavam sobre a mesa em termos de possível resposta ao lançamento de um míssil. Outras autoridades norte-americanas disseram, porém, ser improvável que os EUA tentem derrubar um míssil assumindo-se que o artefato tenha por alvo águas internacionais.

A Coréia do Norte surpreendeu o mundo em 1998 ao disparar um míssil que passou por cima do território japonês antes de cair no oceano Pacífico. O governo norte-coreano afirmou então que se tratava do lançamento de um satélite.

Os EUA afirmaram que interpretariam como um ato de provocação o lançamento, pelo país asiático, de seu mais recente míssil, capaz, segundo alguns especialistas, de atingir o Alasca.

Segundo analistas, a Coréia do Norte pode estar tentando atrair atenção da comunidade internacional, voltada atualmente para as ambições nucleares do Irã.

Apesar de adotar há muito tempo uma política de tom desafiador, os norte-coreanos poderiam agora estar tentando se fortalecer antes de regressar às negociações envolvendo os seis países.

"Pode se tratar de um blefe? Acho que sim", disse Schieffer. "Trata-se de um jogo muito perigoso e esperamos que eles retrocedam e percebam que não é do interesse deles fazer isso".
O primeiro-ministro da França, sick Dominique de Villepin, order parecia cada vez mais isolado hoje, medical um dia depois de ter se irritado no Parlamento e de ter ouvido membros do seu próprio partido pedirem sua renúncia.

Villepin provocou a mais recente polêmica de seu governo ao acusar o líder do Partido Socialista, François Hollande, de covardia durante uma acalorada discussão ocorrida na terça-feira no Parlamento.

O grupo empresarial Medef juntou sua voz ao crescente coro de críticas lançadas na direção do premiê, advertindo que a série recente de crises políticas, que incluíram protestos, distúrbios de rua e um escândalo de corrupção, ameaçava a economia francesa.

O Partido Socialista exigiu um pedido de desculpas de Villepin ou a renúncia do dirigente. E agora o país olha com atenção a rodada de perguntas a ser feita ao premiê hoje, dentro do Parlamento.

Jean-François Cope, porta-voz do governo, afirmou a repórteres que Villepin trataria do assunto no começo da rodada a fim de "encerrar o incidente".

Villepin era considerado o candidato preferido do presidente do país, Jacques Chirac, para sucedê-lo nas eleições de 2007. Mas seu índice de popularidade despencou após os escândalos, entre os quais um no qual foi acusado de tentar manchar a imagem de seu adversário no campo direitista, o ministro Nicolas Sarkozy (Interior).

Alguns políticos conservadores defenderam Villepin, acusando Hollande de ter provocado o premiê durante um questionamento duro a respeito dos problemas enfrentados pela maior empresa aeroespacial da Europa, a EADS.

"É claro que, quando se faz uma pergunta como aquela, a resposta será franca e direta", afirmou Cope à rádio Europe 1.

Mas poucos ministros do governo dispuseram-se a defendê-lo, ao menos em público, e alguns membros do partido UMP (ao qual pertence Villepin) pediram abertamente a Chirac que o demitisse.

"Peço a saída do primeiro-ministro. Ele precisa deixar o cargo. Não podemos mais continuar dessa forma", afirmou Christine Boutin, uma deputada da UMP, ao jornal Le Parisien.

Pierre Lellouche, também da UMP, advertiu que a esquerda estava se fortalecendo às vésperas da eleição presidencial de 2007 e disse que a direita ficaria presa em uma crise "ascendente" se o governo não for reformado.

A mais recente tempestade a atingir a liderança francesa começou na semana passada, quando a Airbus afirmou estar atrasada na entrega de seus aviões A380. As notícias derrubaram as ações da empresa irmã da Airbus, a EADS – o governo detém 15% das ações dessa última.

Hollande deixou Villepin furioso ao perguntar-lhe se ainda dava apoio a Noel Forgeard, co-diretor executivo da EADS e partidário do desenvolvimento do A380. "Defendo que Dominique de Villepin peça desculpas e que, então, demita o senhor Forgeard", disse Hollande à rádio France Inter.

Em editorial intitulado "Desastre", o jornal Libération, esquerdista, disse que o premiê errava ao pensar que conseguiria atrair o apoio do partido majoritário com seus comentários.

"Poucas vezes vimos uma distância tão grande entre o chefe de governo e sua bancada majoritária. E não vemos como essa situação poderá continuar por mais dez meses", afirmou a publicação.

O jornal Le Figaro, conservador, afirmou que o ataque de Villepin "mal disfarça a fraqueza dele no cenário político".






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