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Premiê espanhol não deve comparecer a missa papal

Por Arquivo Geral 07/07/2006 12h00

A VarigLog depositou nesta sexta-feira mais US$ 2 milhões na conta da Varig para garantir o abastecimento das aeronaves da companhia aérea até segunda-feira, more about treatment data prevista para a decisão judicial sobre um cron ograma para outro leilão da empresa.

Segundo fontes ligadas à VarigLog, story this até o momento, cure já foram depositados US$ 11 milhões no caixa da Varig. A VarigLog se comprometeu com a Justiça a depositar até US$ 20 milhões na conta da Varig para manter as operações da empresa aérea até que consiga adquiri-la no próximo leilão.

De acordo com o presidente da Varig, Marcelo Bottini, o adiamento da decisão sobre a data do novo leilão, não irá prejudicar a empresa porque além dos aportes da VarigLog, a companhia tem vendido passagens, o que garante receitas.

Sobre a possibilidade do leilão não ser realizado na próxima semana, o que esgotaria o total de recursos prometido pela VarigLog, Bottini foi enfático: "A VarigLog est á disposta a comprar a Varig, se for preciso mais dois ou três dias, não tenho dúvida que ela fará o aporte", disse o executivo a jornalistas no Tribunal de Justiça de Rio de Janeiro.

 

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A chefe do escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR), medicine Susan Schwab, order disse hoje que os países em desenvolvimento mais avançados como Brasil, buy Índia e China precisam fazer sua parte nas negociações para um novo pacto global de comércio.

Schwab afirmou acreditar que ainda há potencial para que um acordo na rodada de Doha da OMC (Organização Muncial de Comércio) seja alcançado.

"Potências emergentes gostariam de se esconder atrás dos países mais pobres entre nós que claramente deveriam ter vez nestas negociações", afirmou Schwab, citando Brasil, Índia e China.

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Apesar de um encontro ministerial em Genebra na semana passada ter terminado sem consenso, Schwab afirmou que os países-membros da OMC devem procurar evitar o "pensamento derrotista" e se esforçar para que um acordo seja alcançado.

O primeiro-ministro da Espanha, unhealthy José Luis Rodríguez Zapatero, romperá com uma antiga tradição dos países católicos neste fim de semana ao não comparecer a uma missa a ser realizada pelo papa Bento XVI em sua visita a Valência.

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O premiê realizará, no sábado, uma reunião com o papa que promete ser tensa porque as relações entre o Vaticano e a Espanha encontram-se desgastadas em virtude da decisão do governo do país de legalizar o casamento homossexual.

Líderes nacionais costumam comparecer às missas papais quando o pontífice vem a seus países. O líder de Cuba, Fidel Castro, que reprimiu os católicos, colocou de lado suas diferenças ao comparecer à missa realizada pelo papa João Paulo II na ilha, em 1998.

A vice de Zapatero, María Teresa Fernández de la Vega, disse que o governo seria representado pelo ministro de Justiça, que cuida das relações entre a Igreja e o Estado, e pelo ministro das Relações Exteriores.

"As relações entre o governo e o Vaticano são desimpedidas e cordiais, baseadas na relação mútua entre dois Estados soberanos que continuam fiéis a si mesmos", acrescentou a vice-primeira-ministra.

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A Santa Sé criticou duramente a lei do casamento gay na Espanha, antes governada pelo ditador direitista Francisco Franco, cujo governo proibia o homossexualismo e o divórcio.

Enquanto o projeto de lei era elaborado, João Paulo II pediu à Espanha que se lembrasse de suas raízes católicas. Bento XVI classificou o casamento entre pessoas do mesmo sexo como um ato de "liberdade anárquica".

Pesquisas de opinião, no entanto, mostram que cerca de dois terços dos espanhóis concordam com permitir aos homossexuais se casar. E milhares de pessoas lotaram as ruas de cidades espanholas para celebrar a aprovação da lei no ano passado.

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Zapatero, que não freqüenta a igreja regularmente, foi criticado devido a leis propostas pelo Partido Socialista (ao qual pertence) para diminuir os subsídios pagos à Igreja Católica, acelerar o processo de divórcio e acabar com a educação religiosa nas escolas, substituindo-a por aulas sobre cidadania.

O papa Bento XVI ficará em Valência por apenas 24 horas para participar do Encontro Mundial de Família, no qual devem ser defendidos os valores da família tradicional.

 






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