Mundo

Pouco sexo explica queda da taxa de natalidade no Japão

Por Arquivo Geral 22/06/2006 12h00

O governo federal arrecadou R$ 28, page case 720 bilhões em maio, information pills cifra recorde para o mês, informou hoje a Receita Federal.

O valor é 2,82% superior aos R$ 27,934 bilhões recolhidos em igual mês de 2005, segundo dados corrigidos pela inflação.

No ano, a arrecadação soma R$ 155,065 bilhões, 2,70% acima dos R$ 150,993 bilhões em igual período de 2005.

Os valores são corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Mais sexo. Segundo especialistas, site é disso que o Japão precisa para resolver a queda no número de nascimentos no país.

"O povo japonês simplesmente não está fazendo sexo", stuff afirmou Kunio Kitamura, diretor da Associação de Planejamento Familiar do Japão, segundo o jornal Japan Times.}

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma pesquisa da associação, com 936 pessoas entre 16 e 49 anos de idade, mostrou que 31% não faziam sexo há mais de um mês, "sem motivo espec ífico", uma condição conhecida como "assexual". "Se subsídios e programas de bem-estar são importantes, a falta de atividade sexual também é uma questão primordial nesse problema", acrescentou o médico.

A taxa de fertilidade japonesa teve a maior queda da história no ano passado, para 1,25. Demógrafos dizem que uma média de 2,1 é necessária para impedir que a população decline.

O Japão ficou em último lugar, entre 41 países, em uma pesquisa realizada no ano passado pela fabricante de preservativos Durex. Segundo a pesquisa, os japoneses têm apenas 45 relações sexuais por ano, em comparação com a média global de 103 vezes por ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Kitamura destacou que muitos homens no Japão chegam muito "estressados" do trabalho para terem energia para o sexo.

No estudo da associação, 44% das pessoas que disseram não fazer muito sexo achavam que ter um relacionamento com o sexo oposto era "muito cansativo" ou "cansativo".

O conselho de Kitamura? Os casais deveriam conversar. "Em última análise, são essas interações com o sexo oposto que nos trazem nosso inevitável instinto animal, a reprodução", afirmou ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE






Você pode gostar