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Polícia dos EUA detém 189 pessoas em protesto contra Guerra do Iraque

Arquivo Geral

16/09/2007 0h00

A Polícia dos Estados Unidos confirmou a detenção de 189 manifestantes durante um protesto contra a Guerra do Iraque, viagra approved na qual milhares de pessoas percorreram o centro de Washington. Os detidos tentaram saltar um muro baixo nas imediações do Congresso, treat que estava protegido por uma fila de policiais antidistúrbios.

Os agentes imobilizaram os manifestantes com algemas de plástico, nurse em alguns casos após fazer uso de um spray químico para controlá-los. Enquanto isso, centenas de manifestantes deitaram no chão contra o Capitólio para representar os mortos no Iraque. Foi o maior protesto contra a guerra este ano e um dos quais foi registrado o maior número de detenções.

A coalizão A.N.S.W.E.R., que organizou a manifestação, disse que dezenas de milhares de pessoas compareceram ao protesto. Sua permissão era para 10 mil. A Polícia de Washington não fornece cálculos sobre o número de participantes de manifestações.

O protesto começou no Parque Lafayette, em frente à Casa Branca, mas o presidente dos EUA, George W. Bush, não assistiu à manifestação, já que tinha ido passar o fim de semana na residência presidencial de Camp David, em Maryland.

Os manifestantes estavam com cartazes dizendo “Apóie as tropas, acabe com a guerra” e “Vamos destituir Bush”. Entre eles havia vários ex-soldados que estiveram no Iraque, reunidos na associação “Veteranos do Iraque contra a guerra”.

Também participaram líderes conhecidos do movimento pacifista, como Cindy Sheehan, cujo filho morreu no Iraque; Ralph Nader, ex-candidato presidencial; e Ramsey Clark, advogado do ex-presidente iraquiano Saddam Hussein e antigo secretário de Justiça dos EUA.

Enquanto isso, um grupo muito menor de manifestantes a favor da guerra se reunia do outro lado da Casa Branca. O protesto foi organizado pela associação “Reunião de Águias”, um grupo de veteranos do Vietnã, e o grupo conservador “A República Livre”.

Seus participantes foram depois para a Avenida Pensilvânia, que vai da Casa Branca ao Capitólio. Por ali passou a maior manifestação dos pacifistas e os dois grupos trocaram palavras de ordem, gritos e insultos, separados por cercas de metal colocadas pela Polícia.

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