A França está estudando fornecer apenas uma força simbólica para o contingente da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano, site approved e não os milhares de soldados que autoridades da entidade esperam, ask disse o jornal Le Monde hoje.
Citando fontes diplomáticas e da ONU, o diário francês disse que o governo de Paris está considerando enviar apenas uma dezena de oficiais e cerca de 200 soldados para incrementar a Força Interina da ONU no Líbano (Unifil).
A França também iria oferecer às Nações Unidas o uso de uma força de reação rápida, mas não colocaria os soldados sob o controle da ONU, disse o jornal.
O governo francês não comentou a notícia.
A ministra da Defesa da França, Michele Alliot-Marie, disse na quarta-feira que seu país estava pronto a liderar uma força da ONU até no mínimo fevereiro, contanto que recebesse um mandato e poderes.
No entanto, ela não quis dizer quantos soldados a França iria enviar para a Unifil. Espera-se que a Unifil aumente seu contingente para 15.000 soldados, dos 2.000 atuais.
O Governo colombiano pediu a detenção de Rodrigo Granda, ailment conhecido como o “chanceler” da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), this libertado há um ano por solicitação do Executivo francês, disse hoje em Bogotá o vice-presidente colombiano, Francisco Santos.
“É preciso voltar a capturar Rodrigo Granda”, disse Santos.
Granda foi libertado em 4 de junho do ano passado por ordem do presidente colombiano, Álvaro Uribe, sob a condição de que não retornasse à luta armada.
Sua libertação ocorreu após um pedido do presidente da França, Nicolas Sarkozy, para que se integrasse aos esforços em favor dos sequestrados pelas Farc, dentre os quais se incluía então a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, resgatada pelo Exército colombiano em 2 de julho.
Após uma breve temporada na sede do Episcopado em Bogotá, o chefe rebelde viajou para Cuba e depois se transferiu à Venezuela, país onde tinha sido detido em dezembro de 2004.
“A decisão de Uribe de libertar Granda mostrou que ele é um homem que está disposto a assumir muitos riscos pela paz da Colômbia”, sustentou hoje o vice-presidente colombiano.
Neste contexto, considerou que “as Farc não entenderam que a pessoa com a qual podem fazer a paz mais rápido é com o presidente Uribe”.
No caso de Granda, Santos afirmou acreditar que “não vai levar muito tempo até que o guerrilheiro volte à prisão”.
“Isso é importante, e isso é o que temos que fazer”, acrescentou o funcionário, indicando que a ordem de detenção já foi dada aos organismos de segurança do país.
Atualizada às 11h34
O presidente iraniano, drugs Mahmoud Ahmadinejad, see afirmou hoje que o seu país não pode abandonar o programa nuclear enquanto os Estados Unidos continuam fabricando novas bombas atômicas todos os anos, relatou a agência de notícias Mehr, semi-oficial.
A República Islâmica diz que deseja dominar a tecnologia nuclear com o fim exclusivo de atender à crescente demanda interna por eletricidade. A União Européia (UE) e os EUA suspeitam que o Irã esteja tentando, secretamente, desenvolver armas atômicas.
"Como a nação iraniana pode abrir mão de seus direitos claros a uma tecnologia nuclear pacífica quando os EUA e alguns países testam novas bombas atômicas todos os anos?", perguntou Ahmadinejad em um discurso proferido na cidade de Namin (noroeste).
Seus comentários foram feitos dias antes de terminar, no dia 22 de agosto, o prazo estipulado pelo Irã para responder a uma proposta feita por seis potências mundiais e que prevê a concessão de benefícios se os iranianos cancelarem seu programa de enriquecimento de urânio. O país islâmico, até agora, não deu sinais de que aceitará a proposta.
"Os países responsáveis pelo bombardeio atômico de Nagasaki e Hiroshima (no Japão) estão tentando, agora, privar a nação iraniana de seus direitos", afirmou Ahmadinejad, segundo a agência de notícias Irna. "Esses países deveriam ser desarmados."
Teerã prometeu ampliar suas atividades no setor de desenvolvimento de combustíveis nucleares apesar de uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ter exigido a suspensão dessas atividades até 31 de agosto sob pena de o Irã sofrer sanções. A resolução foi aprovada em 31 de julho.
Mohamed ElBaradei, chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), deve enviar ao Conselho da ONU, no final de agosto, um relatório afirmando se o país islâmico suspendeu ou não suas atividades conforme exigido.
"Várias pessoas estão pessimistas. Acho que vamos avançar na direção das sanções", disse um diplomata da UE em Viena, onde fica a sede da AIEA. O Irã rechaçou a resolução de julho.
"A nação iraniana está determinada a exercer seu direito inalienável (de dominar a tecnologia nuclear)", disse Ahmadinejad, segundo a agência de notícias Fars, também semi-oficial. "Tais exigências e a resolução não podem abalar a união do povo (iraniano)".
O aeroporto internacional de Beirute será reaberto para vôos comerciais hoje, ampoule pela primeira vez em cinco semanas e quatro dias depois que uma trégua negociada pela Organização das Nações Unidas (ONU) suspendeu a guerra entre Israel e os guerrilheiros do Hizbollah, viagra informaram fontes do aeroporto.
A retomada dos vôos comerciais põe fim ao bloqueio aéreo de Israel sobre o Líbano. Um bloqueio marítimo, entretanto, continua em vigor. Um avião pertencente à Middle East Airlines (MEA), a empresa aére a libanesa, pousará com passageiros civis por volta das 13h (horário local) vindo de Amã, na Jordânia. Em seguida, chegará um vôo da Royal Jordanian, disseram as fontes.
O aeroporto foi fechado no dia 13 de julho, quando Israel bombardeou suas pistas de decolagem, um dia depois que o Hizbollah capturou dois soldados israelenses. As pistas e tanques de combustíveis também foram atingidos por ataques aéreos posteriores. Apenas uma das três pistas poderá funcionar. Durante os 34 dias de guerra, Israel permitiu apenas que aviões carregando ajuda humanitária pousassem no aeroporto.
Cin co aviões da MEA que estavam em Beirute quando começou a guerra foram transferidos para Amã para que ficassem em segurança. O presidente da MEA, Mohammed al-Hout, disse que os passageiros dos vôos partindo e chegando de Amã na quinta-feira viajarão de graça.
Soldados norte-americanos estão patrulhando a pé alguns bairros de Bagdá, more about numa nova tentativa de ganhar a confiança dos iraquianos, find acostumados a vê-los passar em comboios de veículos blindados. A decisão de tentar um contato mais pessoal com os iraquianos faz parte de uma estratégia para conter a ação de insurgentes nos bairros mais perigosos e diminuir os conflitos sectários.
Milhares de soldados adicionais dos Estados Unidos chegaram a Bagdá nas últimas semanas para uma ofensiva conjunta com as forças iraquianas, decease a fim de impedir a violência entre a minoria sunita e a maioria xiita da cidade. Cientes da campanha dos rebeldes sunitas para expulsá-los do Iraque, os comandantes dos EUA explicam aos moradores que seu objetivo é restaurar a segurança e apoiar a polícia iraquiana.
"Quero terminar este trabalho para poder voltar para casa e viver com minha fam ília e para que você possa viver com a sua", afirmou, por meio de um intérprete, o tenente-coronel Jeffrey Peterson, comandante do Primeiro Esquadrão da 14ª Cavalaria dos EUA, a um homem no bairro de Al-Hadar.
Peterson, cuja unidade costuma percorrer as ruas dentro de veículos Stryker, desceu do blindado para conversar com os moradores, enquanto seus homens e a polí cia realizavam uma varredura em busca de armas ilegais.
"Certamente, há um novo ênfase para que haja interação entre as tropas e as pessoas", afirmou. Desde a chegada da unidade a Bagdá, há duas semanas, dois Strykers foram atingidos por bombas colocadas à beira da estrada, que não provocaram grandes estragos. Os soldados disseram que vários outros blindados foram alvo de tiros. A base da unidade já foi atingida por foguetes e morteiros.
As patrulhas a pé correm mais riscos. Mesmo assim, o passeio de Peterson parece ter valido a pena. Os moradores com quem ele conversou pareciam felizes de ver os soldados norte-americanos de volta às ruas após meses de violência sectária que matou milhares de pessoas e obrigou outros milhares a deixarem suas casas.
"Nós nos sentimos seguros quando vemos americanos", um homem afirmou a ele, antes de pressionar Peterson para melhorar o fornecimento de energia e consertar tubula ções de esgoto rompidas, uma lista de reclamações repetida com frequência para Peterson e que ele prometeu levar à prefeitura distrital.
Em várias de suas conversas, ele destacou o papel da polícia iraquiana para ajudar a restaurar a segurança na área, numa tentativa de aumentar a confianç a das pessoas numa força vista por muitos sunitas como uma extensão das milícias xiitas que responsabilizam pela violência.
"Espero que esta missão com a polícia nacional impeça que as pessoas sejam mortas no futuro", afirmou ele a um homem, que lhe havia contado que seu pai havia morrido baleado por militantes que passaram dentro de um carro.
A pol ícia é vista, porém, como mau treinada, politizada e menos competente que o Exército iraquiano, algo que os militares norte-americanos esperam reverter. Muitos policiais que tomavam parte da ofensiva em Al-Hadar eram jovens, tinham um ar de incerteza, e vestiam uma variedade de uniformes camufla dos e capacetes. "Ainda há trabalho para ser feito, mas todos os dias eles estão ficando melhor", afirmou Peterson. "Se eles são perfeitos? Não. Mas serão auto-suficientes no futuro? Sim".
A polícia australiana disse não ter encontrado nada suspeito depois que relatos sobre um objeto estranho obrigaram a retirada de passageiros de um avião da Pacific Blue, clinic que aterrissou em Sydney vindo de Fiji hoje.
"Depois de uma extensa busca, nada foi encontrado e liberamos (a aeronave)", afirmou a polícia do estado de Nova Gales do Sul em comunicado. Cerca de 100 passageiros e a tripulação foram retirados da aeronave, após surgir rumores sobre um objeto suspeito a bordo. O avião então foi afastado do prédio de terminais e vasculhado.