A bordo da embarcação, de propriedade da empresa alemã Leonhardt & Blumberg, estão cerca de 25 tripulantes, acrescentou o porta-voz, que não quis dar o número exato de cidadãos alemães a bordo nem especificar a cidadania do restante.
“A meta prioritária é garantir as vidas dos reféns”, disse o porta-voz, explicando que um gabinete de crise foi montado no Ministério de Assuntos Exteriores alemão.
Segundo informações do portal “Spiegel Online”, a embarcação sequestrada tem 24 tripulantes a bordo e se encontrava a quase 400 milhas marítimas do porto somali de Kismayu quando foi abordada por piratas.
Em 30 de março, um petroleiro de abastecimento para a marinha alemã capturou sete piratas armados que o atacaram.
No dia 10 do mesmo mês, a Alemanha entregou ao Quênia nove piratas somalis que tinham sido interceptados uma semana antes quando tentaram abordar um cargueiro alemão.