Para isto foi necessária uma permissão especial do presidente da república, Nicolas Sarkozy, que segundo o Código Civil francês pode autorizar um casamento póstumo “por motivos graves caso um dos futuros esposos morra após cumprir as formalidades oficiais que demonstrem sem equívoco seu consentimento”.
Ronzier e sua companheira, Martine Cazenave, não puderam se casar, pois ela adoeceu e morreu dois meses antes da data do casamento.