Os parentes de 27 dos 33 mineradores presos no interior de uma mina no norte do Chile apresentarão um processo indenizatório de US$ 27 milhões após o desmoronamento que em 5 de agosto deixou os operários soterrados a 700 metros de profundidade.
Segundo fontes oficiais, o processo será apresentado nesta quinta-feira à Corte de Apelações de Copiapó, e seu objetivo é que “cada trabalhador afetado receba como indenização US$ 1 milhão”, afirmou a prefeita de Caldera, Brunilda González.
“O montante deverá chegar, como ocorreu em outros países, pelo menos a US$ 1 milhão por trabalhador, ou seja, US$ 27 milhões no total, embora possa chegar a mais”, afirmou a prefeita à “Rádio Cooperativa”.
Brunilda González explicou que o processo será interposto contra a empresa mineradora San Esteban, dona da mina San José, onde se encontram os operários, e também contra funcionários do Estado “que não cumpriram seu trabalho” e contra o próprio Estado do Chile.
“A justiça determinará como distribuirá, quem pagará e quem será responsabilizado”, acrescentou.