O papa Bento XVI lembrou hoje as “duras perseguições contra os cristãos armênios” durante o século passado na Audiência Geral de hoje, dosage onde o patriarca supremo e católico da Armênia, pills Karekin II, buy more about esteve presente.
“Os mártires da Armênia são um símbolo do poder do Espírito Santo que trabalha em tempos de trevas e são promessa cristã para qualquer lugar do mundo”, acrescentou o pontífice.
Em seu discurso na Praça de São Pedro, Karekin II pediu que “todas as nações condenem universalmente o genocídio dos armênios” e que “quem tenha o poder e a autoridade assuma a responsabilidade por esses crimes”.
Os dois líderes religiosos não citaram, mas se referiam às perseguições dos armênios pelos turcos entre 1915 e 1921, que deixaram um milhão de mortos.
O reconhecimento do genocídio é um dos pedidos, mas não vinculativo, ao pedido da Turquia para entrar na União Européia (UE).
Karekin II iniciou ontem sua visita ao Vaticano, onde ficará até sábado. Amanhã a Pontifícia Universidade Salesiana, em Roma, conferirá o título de doutor honoris causa em Teologia da Pastoral Juvenil ao patriarca armênio.
Bento XVI explicou aos fiéis, reunidos para a Audiência Geral, que a presença de Karekin II “reaviva a esperança para uma plena unidade de todos os cristãos”.
“Por causa das dificuldades e das divisões, os cristãos não podem se render”, declarou o pontífice, que pediu que os fiéis “perseverem com oração para manter viva a chama da esperança e o desejo da plena unidade”.
O papa também avaliou os esforços da Igreja armênia no caminho do ecumenismo
Bento XVI também relembrou os vários encontros entre a Igreja Católica romana e a armênia nos últimos anos. Entre elas, a visita de Karekin II à Roma em 2000 e a do papa João Paulo II à Armênia no ano seguinte.