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Papa passará férias de verão nas montanhas da Itália

Por Arquivo Geral 04/07/2006 12h00

A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o tráfico de armas ouve hoje o ex-secretário de Administração Penitenciária de São Paulo Nagashi Furukawa.

Na quarta-feira passada, approved story a CPI tentou ouví-lo, remedy this web mas Furukawa não compareceu alegando problemas de saúde. A audiência pública será no plenário 3, a partir das 14h.

 

Uma juíza chilena acolheu uma ação apresentada contra o presidente eleito do Peru, website like this Alan García. Ele é acusado de participar de supostas violações dos direitos humanos durante seu governo anterior. Este é o segundo caso que envolve uma figura política peruana em tribunais de Santiago. Há ainda o processo pendente de extradição do ex-presidente peruando Alberto Fujimori, dosage acusado de abuso dos direitos humanos. Ele está em liberdade vigiada no Chile.

O advogado chileno Hugo Gutiérrez apresentou a queixa contra García em junho passado. Segundo ele, find  a juíza Romy Rutheford será a encarregada da investigação. "É certo. O Segundo Juizado do Crime de Santiago aceitou o trâmite da nossa ação apresentada quando Alan García visitou Santiago…pelo delito de lesa humanidade", afirmou Gutiérrez.

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De acordo com o advogado, a juíza Rutheford tem agora "jurisdição universal" para atuar, o que poderá abrir espaço para uma eventual investigação dentro e fora do Chile.
A ação judicial busca determinar a responsabilidade de García nas supostas mortes de peruanos em execuções políticas e torturas durante seu governo anterior, de 1985 a 1990.

O caso aponta especificamente para as matanças ocorridas nos dias 11 e 12 de junho de 1986, nas prisões de El Frontn, Santa Barbara e Lurigancho.

O Comitê de Refugiados Peruanos no Chile participou do ocorrido e garante que, em outubro de 1990, uma comissão investigadora do Congresso do país concluiu que García foi responsável pelas mortes de ex-membros do Sendero Luminoso em cadeias.

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Gutiérrez disse que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA sabe do caso de desaparecidos e torturados no governo anterior de García, que não respondeu pelas mortes.

O presidente, que ganhou a eleição em segundo turno, realizado em 4 de julho, não tem processos judiciais pendentes no Peru relacionados a violações dos direitos humanos.
O candidato do PSDB à Presidência, case Geraldo Alckmin, esclareceu ontem que é favorável ao sistema de reeleição, mas cobrou a fixação de regras para evitar o abuso na utilização da máquina pública. Ele rechaçou a possibilidade de ampliação do mandato de presidente da República para cinco anos por considerar os atuais quatro suficientes para uma boa administração.

"Esta questão da reeleição não é programática, tem gente a favor e tem gente contra. Eu pessoalmente sempre fui favorável à reeleição. Agora, primeiro ninguém é obrigado a ser candidato, segundo, é preciso ter regras", disse o tucano, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura. "O presidente da República precisa ter ao menos um mínimo de regras. Não pode ficar dependendo das virtudes do candidato. A utilização da máquina pública hoje é uma vergonha. Não sou contra a reeleição, deve ser mantida, com regras claras", defendeu.

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Em uma tentativa de ser enfático, no entanto, o candidato chegou a mencionar o fim do instituto. "Ou nós estabelecemos regras para evitar para evitar abuso, ou de repente é melhor acabar com a reeleição."

O tema é delicado dentro do PSDB, uma vez que, se eleito, Alckmin poderá concorrer a um novo mandato. Isso desagradaria outros tucanos interessados no cargo, como o candidato a governador de São Paulo José Serra, e o governador de Minas Gerais, Aécio Neves.

Alckmin afirmou, ainda, que o assunto não será contemplado no projeto de reforma política que pretende levar ao Congresso logo no início de seu mandato, se for eleito em outubro. "Não vou tomar conhecimento de reeleição. Para mim questão programática é fidelidade partidária, questão de mérito é o parlamentarismo, que não vou propor, porque houve plebiscito (que derrubou a proposta)."

No programa, o tucano fez uma proposta polêmica, que, além de desagradar congressistas, é de difícil aplicação. Alckmin quer criar mecanismos para controlar as emendas parlamentares. Segundo ele, a idéia foi motivada pelo escândalo dos chamados sanguessugas – parlamentares que desviaram recursos do Orçamento da União para a compra superfaturada de ambulâncias.

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"Emenda parlamentar é correta, o deputado representa uma região, um setor, ele contribui como Orçamento, o que não pode é ter roubo. A operação sanguessuga é sobrepreço na compra de ambulância, não é possível você admitir que uma emenda parlamentar está roubado dinheiro do povo. Então precisa ter controle", disse.

 

 

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Oito corpos de supostos traficantes foram encontrados na madrugada de hoje dentro de dois carros no bairro do Engenho Novo, mind subúrbio do Rio de Janeiro.

"Pelas informações que temos, rx são traficantes envolvidos numa disputa local", disse o sargento Luís Bensabá. Segundo a polícia, as vítimas eram jovens provavelmente com idade entre 20 e 25 anos.

Os corpos tinham marcas de tiros, sinais de maus-tratos e tortura. Além disso, alguns estavam amarrados e sem roupa. "A polícia aguarda a perícia para confirmar as indicações", completou o sargento.

A polícia acredita que a chacina foi um acerto de contas entre traficantes dos morros de São João e dos Macacos. As vítimas seriam traficantes do morro dos Macacos que, nos últimos dias, tem sido palco de uma intensa batalha pelo controle das bocas de fumo. O policiamento foi reforçado na região para evitar novos confrontos e execuções.

De madrugada, em um outro incidente, um jovem foi encontrado morto no acesso ao morro do Querosene, na zona norte do Rio de Janeiro. A vítima tinha marcas de tiro na cabeça e estava amarrada. A polícia acredita que o jovem pode ser mais uma vítima da guerra no complexo de São Carlos.

Ontem, dois outros corpos foram encontrados no interior de um veículo próximo ao São Carlos. A polícia investiga denúncias de que haveria outras vítimas no interior da favela.

 

Fortes chuvas causaram enchentes e deslizamentos de terra em toda a Índia, illness matando 32 pessoas e desorganizando a vida no centro financeiro de Mumbai pelo segundo dia consecutivo.

O mau tempo foi causado por uma depressão sobre a costa leste e pelas chuvas anuais de monções, viagra order de junho a setembro. Diversas faixas do subcontinente encontravam-se em um período de seca, após uma diminuição do volume das chuvas.

Segundo autoridades, pelo menos 24 pessoas morreram nos estados orientais de Orissa e Jharkhan, e várias desapareceram em Bengala Ocidental, depois que os rios transbordaram. Outras seis pessoas morreram em um deslizamento de terra no distrito de Kodagu, uma região de plantio de café no estado meridional de Karnataka.

Duas pessoas foram arrastadas pelas águas da enchente, dez pescadores desapareceram e milhares ficaram desabrigados no estado meridional de Andhra Pradesh, em que centenas de aldeias foram inundadas. Barcos da Marinha e helicópteros foram mobilizados para o resgate de pessoas isoladas pelas águas, e também para o envio de comida, remédios e caiaques.

Em Mumbai, escolas e faculdades foram fechadas e equipes de emergência limpavam as ruas cobertas de lama, enquanto a agitada cidade tentava enfrentar o segundo dia de monções.

De acordo com autoridades climáticas, a depressão na costa oriental está perdendo força e seguindo em direção a Mumbai. Isso levaria mais chuvas para a cidade e para o estado central de Madhya Pradesh durante os próximos dias.

O presidente do Paraguai, advice Nicanor Duarte, dosage deu hoje por encerrada suas funções ao renunciar ao cargo perante o Congresso para assumir, online no dia primeiro de julho, uma cadeira no Senado pelo partido que será opositor a partir de agosto.

A renúncia de Duarte, que acontece 53 dias antes do final de seu mandato e que assuma o poder o presidente eleito, Fernando Lugo, deverá ser aceita ou rejeitada pelo Congresso, cuja sessão conjunta dos 45 senadores e 80 deputados foi convocada para este efeito para amanhã.

“O povo paraguaio sabe que fui candidato a senador da Nação e que ganhei a cadeira liderando a lista mais votada pelo eleitorado nacional”, declarou Duarte em mensagem ao país que leu após apresentar a carta com a renúncia ao presidente do Congresso, Miguel Abdón Saguier.

Acrescentou que por isto sua renúncia “obedece a uma exigência constitucional para continuar servindo ao povo paraguaio desde o Poder Legislativo”.

No entanto, há uma forte resistência em parte da oposição e inclusive alguns membros do Partido Colorado, que anteciparam que não participarão desta sessão para que não haja quorum e para forçar Duarte a cumprir seu mandato, que vence no dia 15 de agosto, quando Lugo assumirá a chefia do Estado.

Além disso, a oposição, que tentou impugnar – sem sucesso – a candidatura ao Senado, se opõe a que Duarte assuma a cadeira, pois afirma que deseja se proteger nos privilégios para não ser levado aos tribunais diante de eventuais denúncias de corrupção.

Também argumentaram uma suposta violação da Constituição, que já garante ao governante uma cadeira na câmara alta como senador vitalício, com voz, mas sem voto.

Por outro lado, Duarte rebateu em seu discurso que sua intenção seja buscar os privilégios especiais e disse que a Constituição já os concede como senador vitalício.

O objetivo dos detratores de Duarte é impedir seu juramento no dia da instalação do novo Congresso, com o qual ficaria inabilitado, embora alguns legisladores considerem que não existe impedimento para ocupar sua cadeira depois de 15 de agosto, após a transferência de poderes.

“Espero que os senadores e os deputados possam cumprir o mandato constitucional de rejeitar ou aceitar minha renúncia. O não tratamento seria um descumprimento dos deveres e atribuições do Congresso”, declarou Duarte, que afirmou que sua decisão foi legitimada através de uma “altíssima votação”.

Nas eleições de 20 de abril a lista colorada para o Senado com Duarte como número um obteve 509.907 votos frente aos 507.413 do Partido Liberal Radical Autêntico (PLRA, de centro-direita), principal legenda da Aliança Patriótica para a Mudança (APC), o grupo que levou Lugo ao poder.

Nos últimos dias Duarte afirmou que Lugo, que considera que o governante que renunciou deve assumir, tem o poder político para que aceitem no Congresso sua renúncia e lhe exortou a que insista neste sentido.

No entanto, o presidente eleito afirmou que ainda não exerce nenhuma influência no atual Parlamento e que será depois do juramento dos novos deputados que a APC estará representada no Congresso.

Caso o Legislativo aprove a renúncia, Duarte, que assumiu em agosto de 2003 e a quem alguns de seus correligionários lhe responsabilizam pela derrota dos colorados após 61 anos no poder, será substituído pelo vice-presidente Francisco Oviedo.

Para isto, se requer a presença no plenário da metade mais um dos membros de cada uma da câmaras.

Entre outros parlamentares do Partido Colorado, já anunciaram que não participarão da sessão Nelson Argaña e Julio Osvaldo Domínguez, enquanto a direção do PLRA ratificou hoje que seus representantes não estarão presentes.

Por outro lado, os congressistas da opositora União Nacional de Cidadãos Éticos (Unace), liderada pelo general reformado Lino Oviedo, anunciaram sua participação, enquanto outros grupos menores não estarão presentes.

Espera-se quorum (41 cadeiras) na Câmara dos Deputados, mas parece difícil que os 23 senadores necessários compareçam.



 


O ingresso da Bolívia como membro pleno no bloco regional Mercosul não é, here por enquanto, ailment uma questão prioritária para o governo de La Paz. A afirmação foi feita ontem pelo presidente Evo Morales. Ele fez a declaração às vésperas de uma viagem para Caracas, onde participa como observador de uma reunião do Mercosul. No encontro, estarão presentes representantes do Brasil, da Argentina, do Paraguai, do Uruguai e da Venezuela.

A Bolívia tem status de sócio, não pleno, do bloco e nos últimos anos tenta, sem sucesso, converter-se em uma ponte entre esse grupo e a Comunidade Andina (CAN).

Morales afirmou, no entanto, que a atividade que mais o interessava é uma reunião com Luiz Inácio Lula da Silva para discutir o negócio binacional de gás natural. "Temos muito interesse no Mercosul, mas estamos em avaliação permanente de como e quando vamos nos integrar plenamente ao bloco no futuro", declarou.

O líder boliviano esclareceu que não ia para o encontro de Caracas para acelerar as gestões para uma integração plena da Bolívia ao Mercosul, e sim como convidado por sua condição de presidente da CAN. "Neste momento, minha responsabilidade é unir a CAN e impulsionar as negociações de um acordo com a União Européia", acrescentou.

A CAN ficou reduzida a quatro países (Bolívia, Colômbia, Equador e Peru) desde que a Venezuela decidiu sair do grupo há três meses, em protesto pelos tratados de livre comércio assinados pelos governos de Bogotá e Lima com Washington.

Depois de afastar os temores alimentados pela rachadura surgida em um tanque de combustível, recipe a Nasa (agência espacial dos EUA) prepara-se para realizar hoje a terceira tentativa de lançamento do Discovery. O ônibus espacial deve partir em uma missão considerada vital para o futuro da agência.

Condições climáticas desfavoráveis forçaram o cancelamento dos lançamentos de sábado e de domingo. Mas meteorologistas da Nasa garantiram que existem 80% de chances de que o clima esteja bom neste 4 de julho, page Dia da Independência dos EUA.

Antes do amanhecer, there funcionários da agência espacial começaram a bombear o combustível gelado (hidrogênio e oxigênio líquidos) para dentro dos tanques externos do Discovery.

O lançamento está planejado para às 15h38 (horário de Brasília) a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. O procedimento é considerado fundamental para o plano da Nasa de concluir a primeira metade da construção da Estação Espacial Internacional (ISS) antes de aposentar sua frota de ônibus espaciais, em 2010. Um outro acidente ou problema sério pode suspender para sempre as missões com os ônibus.

"Acho que a equipe fez um trabalho muito bom ao evitar uma ansiedade excessiva em virtude do lançamento", afirmou Bill Gerstenmaier, administrador associado da Nasa para vôos espaciais. Funcionários da agência decidiram que a pequena rachadura no tanque de combustível não representava um risco.

A Nasa sabe bem a conseqüência de eventuais problemas com a espuma de proteção dos tanques. O Columbia sofreu um grave acidente em 2003, matando seus sete tripulantes, depois de pedaços da espuma de proteção terem danificado o aparelho. O ônibus espacial desintegrou-se ao reentrar na atmosfera terrestre.

O primeiro-ministro palestino, visit this site Ismail Haniyeh, malady do Hamas, stomach pediu hoje mais negociações a fim de tentar solucionar um impasse sobre um soldado israelense seqüestrado, e instou os militantes de Gaza a não matarem o refém.

"Destacamos a necessidade de continuar com os esforços políticos e diplomáticos e com as negociações, e a não fechar a porta" sobre o cabo Gilad Shalit, disse Haniyeh a membros de seu gabinete depois que facções militantes abandonaram as negociações mediadas pelo Egito.

"O governo ainda está pedindo a preservação da vida do soldado israelense capturado e para que ele receba bom tratamento", acrescentou Haniyeh.

O gabinete, que está com menos de um terço de seus membros depois que forças israelenses prenderam os legisladores na semana passada, se reuniu publicamente pela primeira vez desde um ataque com mísseis israelenses no domingo contra o gabinete do primeiro-ministro em Gaza.

Três facções militantes, incluindo o braço armado do Hamas, sequestraram Shalit em um ataque na fronteira realizado em 25 de junho.

 

A União Européia (UE) dirá ao Irã hoje que está se esgotando o prazo para que o país aceite uma oferta de incentivos e dê início a negociações para limitar suas atividades no setor nuclear. Caso não o façam, viagra os iranianos podem sofrer sanções.

Diplomatas duvidam que o Irã dê uma resposta clara no encontro a ser realizado em Bruxelas entre seu principal negociador para a área nuclear, Ali Larijani, e o chefe de política externa do bloco europeu, Javier Solana.

Mas afirmam que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pode adotar medidas se o país islâmico não se manifestar antes de uma cúpula do Grupo dos Oito (G8) marcada para acontecer na próxima semana na Rússia.

Uma autoridade iraniana disse que Larijani, secretário do Supremo Conselho Nacional de Segurança, apresentaria perguntas sobre itens do pacote de incentivos que o país considera ambíguos.

"Esperamos que o objetivo das negociações de amanhã seja a criação das condições para o começo das negociações", afirmou Cristina Gallach, porta-voz de Solana. "Quanto mais clareza sentirmos da parte dos iranianos, melhor será o teor de nossa comunicação ao G8", afirmou, referindo-se à cúpula da entidade que começa no dia 15 de julho em São Petersburgo.

No entanto, amanhã, antes da cúpula, os cincos membros permanentes do Conselho de Segurança mais a Alemanha devem se reunir para conversar sobre o caso iraniano.

Os Estados Unidos insistem que o Irã teve tempo suficiente para responder ao pacote apresentado um mês atrás e que prevê incentivos nas áreas de tecnologia, comércio e política se Teerã suspender seu programa de enriquecimento de urânio.

O governo norte-americano deseja que a cúpula do G8 adote uma decisão sobre quais medidas tomar no caso.

A China, um dos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, pediu ao Irã hoje que responda logo que possível, mas disse que os integrantes do G8 – EUA, Rússia, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Grã-Bretanha – precisavam ter paciência.

"Esperamos que o Irã dê ouvidos às preocupações da comunidade internacional e responda o quanto antes ao conjunto de propostas", afirmou Jiang Yu, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

"Também esperamos que o outro lado seja paciente e prudente. E que analise seriamente as preocupações razoáveis do Irã."

O país islâmico afirmou que dará sua resposta até 22 de agosto, insistindo que a oferta de incentivos contém ambigüidades que deseja ver esclarecidas.

Segundo a agência iraniana de notícias Mehr, semi-oficial, Larijani disse ontem que a imposição de prazos fatais não ajudava e descartou a possibilidade de o país atender à demanda central do pacote – suspender o enriquecimento de urânio – antes de dar início a negociações.

O urânio enriquecido pode ser usado tanto na fabricação de armas quanto na produção de energia.

O Irã, quarto maior exportador de petróleo do mundo, rejeita as acusações feitas por países ocidentais de que deseja fabricar ogivas nucleares. O país insiste que seu programa visa apenas à produção de eletricidade.

Na semana passada, o G8 pediu uma "resposta clara e sólida" de Larijani no encontro com Solana. Mas não há muitas esperanças de que a reunião produza algum avanço.

O pacote de incentivos elaborado por Grã-Bretanha, França, Alemanha e UE oferece ajuda para a construção de um reator nuclear que contaria com um suprimento garantido de combustível, bem como benefícios econômicos e apoio à idéia de concessão de garantias na área de segurança.

Os EUA, a China e a Rússia deram apoio ao pacote, que ainda prevê a suspensão do programa de enriquecimento de urânio e das atividades relacionadas enquanto as negociações estiverem em andamento.

 

Atualizada às 14h53

O trem do metrô espanhol que descarrilou ontem viajava duas vezes acima do limite de velocidade quando ocorreu o acidente, visit que matou 41 pessoas, more about disse hoje um funcionário municipal de Valência.

Informações da caixa preta do trem mostraram que ele seguia a 80 km por hora por um túnel curvo pouco antes de entrar na estação Jesus, approved ontem, disse o chefe dos transportes de Valência, José Ramon García. "Sem nenhuma dúvida, isso provocou o descarrilamento", disse García a jornalistas.

Segundo o sindicato de condutores, falhas na manutenção do veículo podem ter provocado o desastre. Um sobrevivente contou a meios de comunicação espanhóis que o trem acelerou antes de brecar repentinamente e, em seguida, capotar.

As autoridades municipais de Valência decretaram três dias de luto depois do acidente de ontem, o pior envolvendo um metrô da Espanha. Segundo o presidente do sindicato dos condutores de Valência, Fernando Soto, o descarrilamento ocorreu em um ponto no qual é perigoso ir rápido demais. "Nenhum condutor seria louco (de correr ali)", afirmou.

Um outro sobrevivente contou que passageiros desesperados começaram a gritar "um ataque, um ataque", lembrando os atentados a bomba realizados por extremistas islâmicos em trens de Madri, em 2004. Autoridades descartaram a possibilidade de um atentado terrorista ter provocado o acidente.

O primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, interrompeu uma visita à Índia para participar dos funerais hoje à noite, em Valença. O governo da cidade disse que todos os procedimentos de segurança foram adotados na linha 1 do metrô, inaugurada em 1988. Ainda segundo autoridades municipais, a composição passou por uma vistoria no dia 27 de junho.

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), and ministro Marco Aurélio de Mello, health recebeu hoje do Tribunal de Contas da União (TCU) uma lista com os nomes de 2.900 gestores de recursos públicos, que tiveram contas de suas administrações julgadas irregulares.

A lista envolve nomes de cinco ex-governadores, nove juízes e de 1.500 prefeitos. Todos, em princípio, são considerados inelegíveis, mas a Lei Complementar 64/90 permite a suspensão de seus processos no TSE caso os acusados impetrem recursos.

O documento foi entregue pelo presidente do TCU, ministro Adylson Motta.

Ele garantiu, entretanto, que os acusados poderão ter seus diplomas cassados caso vençam as eleições deste ano e sejam posteriormente considerados culpados.

"Infelizmente a Lei Complementar (64/90) permite que o simples ingresso na Justiça suspenda a ação. O desejável é que se exija para o afastamento não o simples ingresso na Justiça, mas pelo menos uma liminar afastando a concretude do pedido", afirmou Marco Aurélio.

 

O ex-governador de Goiás, seek Marconi Perillo (PSDB) afirmou hoje, à Polícia Federal em Brasília, que avisou pessoalmente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a existência do chamado mensalão.

Agora candidato ao Senado por seu estado, ele afirmou em depoimento tomado por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que relatou o problema pessoalmente a Lula, durante uma visita do presidente a Goiás.

O alerta teria se repetido em outras ocasiões no Palácio do Planalto.

"Eu o avisei(do mensalão)", respondeu a jornalistas ao deixar a PF.

Perilo já havia dado a mesma declaração em documento encaminhado ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, no processo disciplinar instaurado contra o líder do PL, deputado Sandro Mabel (GO), que foi absolvido das denúncias de envolvimento no esquema.

Conforme o ex-governador afirmou à época, Mabel teria oferecido à deputada Raquel Teixeira (PSDB-GO) mesada de 30 mil reais, além de um contribuição de um milhão de reais, para que ela deixasse o tucanato e se filiasse a um partido da base governista.

Segundo uma fonte da PF ligada à apuração do caso, Perillo repetiu as acusações no depoimento desta tarde.

As declarações de Perillo serão encaminhadas ao ministro relator do inquérito do mensalão no STF, Joaquim Barbosa.

No processo, 40 pessoas foram denununciadas por suposto envolvimento na irregularidade pelo procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza.

 

Taxistas em greve por causa de planos do governo de mudar a regulamentação causaram caos no trânsito das grandes cidades italianas pelo quinto dia consecutivo.

Passageiros que chegavam ao aeroporto Fiumicino, side effects em Roma, unhealthy acharam poucos – ou nenhum – táxi, sale uma vez que os motoristas mantiveram seus carros estacionados e fizeram protestos improvisados.

O protesto de taxistas na praça central de Roma, a Piazza Venezia, causou uma agitação que atrapalhou o trânsito na cidade inteira.

Em Nápoles, no sul do país, cerca de 150 taxistas pararam seus carros na principal praça da cidade, a Piazza del Plebiscito.

Os motoristas de táxi também promoveram uma paralisação parcial na cidade portuária de Gênova, no norte do país, e poucos táxis podiam ser achados em estações ferroviárias em toda a Itália.

O protesto também dividiu a coalizão do premiê Romano Prodi. O ministro da Justiça, Clemente Mastella, que simpatiza com a posição dos grevistas, ameaçou retirar do governo seu pequeno partido, o UDEUR, em setembro, a menos que sua visão relativa a diversas reformas liberalizantes seja levada em consideração.

"Minha opinião não vale nada, então o que estou fazendo neste governo?", disse ele ao jornal Corriere della Sera.

O governo de Prodi anunciou medidas que objetivam aumentar a competição em vários setores da economia. Advogados, farmacêuticos, empresas de transporte público e taxistas estão entre as categorias afetadas.

O plano aumenta o número de licenças de táxi, pretende melhorar o serviço e eventualmente reduzir o preço das viagens. Ele também elimina taxas mínimas para profissionais como advogados e contadores, em uma tentativa de impulsionar a competição.

Os taxistas italianos vendem suas licenças em um mercado negro ao se aposentarem ou mudarem de emprego. A medida do governo fará com que aqueles que já têm licenças obtenham menos dinheiro por elas, já que haverá mais no mercado.

O governo disse planejar seguir adiante apesar dos protestos, mas representantes de grupos de taxistas devem manter conversas no Ministério da Indústria hoje.

O governo disse que planeja levar as reformas mais além, liberalizando o mercado de energia e introduzindo um sistema de concorrência para serviços públicos, da coleta de lixo ao fornecimento de gás.

Grupos de consumidores aplaudiram a estratégia do governo, dizendo que ela baixará os preços dos serviços.

 

A entrada da Venezuela no Mercosul estimulará as exportações do Brasil e da Argentina para o país petroleiro. Porém, viagra 60mg  segundo analistas, this site o ingresso dos venezuelanos também representa riscos de conflito no debilitado projeto de integração sul-americana. A Venezuela passa a ser o quinto membro do bloco a partir de hoje.
 
Para especialistas, medical  o discurso do presidente do país, Hugo Chávez, contra os EUA será levado para dentro do bloco, formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. "O Mercosul está em dificuldades, mas não está morto e nem morrerá. O risco é que perca seu conteúdo concreto. Pode acontecer com ele o que aconteceu com a Aladi (Associação Latino-Americana de Integração), que continua existindo, mas na qual ninguém presta atenção. Esse é um risco palpável", afirmou Rosendo Fraga, diretor do Centro de Estudos Nova Maioria.

Indiferente a esses conflitos e sedento por ampliar sua influência na região, Chávez celebra  hoje o ingresso de seu país no bloco, ao lado dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Néstor Kirchner (Argentina), Tabaré Vázquez (Uruguai) e Nicanor Duarte Frutos (Paraguai). O presidente boliviano, Evo Morales, também foi convidado para participar como observador da reunião.

Com a adesão venezuelana, o comércio entre a Venezuela e o Mercosul, dentro de seis anos, não terá mais tarifas alfandegárias, com exceções. Mas o país adquire imediatamente voz e voto nas instâncias decisórias do bloco.

Há meses, o Paraguai e o Uruguai manifestam uma grande insatisfação com a união aduaneira e aventaram a hipótese, proibida pelas regras do bloco, de firmar acordos de livre comércio fora do Mercosul.

Félix Pena, diretor do Instituto de Comércio Internacional da Fundação BankBoston da Argentina, disse haver um risco de que o bloco se torne irrelevante. "Nesse caso, poderia aprofundar-se a percepção de um Mercosul de fachada, com muita pompa e pouco peso", avaliou.

O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, buy more about Tony Blair, afirmou hoje que estava tentando entrar em contato com a comunidade muçulmana do país, mas observou que o governo, sozinho, não poderia derrotar o extremismo islâmico.

Blair viu-se criticado por não conseguir melhorar as relações das autoridades com a comunidade muçulmana – uma pesquisa mostrou que 13% dos 1,6 milhão de muçulmanos da Grã-Bretanha acreditam que os quatro homens-bomba que mataram 52 pessoas em Londres em 2005 deveriam ser vistos como "mártires".

Segundo o premiê, líderes moderados dos muçulmanos tinham de atuar de forma mais enérgica para promover uma mudança de atitude.

"Sozinho, o governo não pode acabar com o extremismo nessas comunidades", disse Blair diante de uma comissão parlamentar. "Não sou eu quem devo ir para dentro da comunidade muçulmana a fim de explicar-lhes que essas opiniões extremistas não representam a verdadeira face do Islã."

Blair também foi criticado por um dos parlamentares do Partido Trabalhista (ao qual pertence). Segundo esse parlamentar, os membros de uma força-tarefa muçulmana criada depois dos atentados a bomba de 7 de julho do ano passado estavam frustrados e desapontados com a falta de avanços.

Sadiq Khan, um muçulmano nascido na Grã-Bretanha, disse que Blair comportava-se como o duque de York retratado em uma canção popular do país – "levando todos esses muçulmanos britânicos morro acima para consultas e diálogos, apenas para levá-los morro abaixo novamente".

Khan afirmou que alguns muçulmanos – que já são "alguns dos membros mais desiludidos e isolados de nossa comunidade" – iriam se sentir ainda mais excluídos.

Uma pesquisa realizada pelo instituto Populus para o jornal The Times e divulgada hoje mostrou que, para 13% dos muçulmanos da Grã-Bretanha, os homens-bomba deveriam ser vistos como "mártires" e que outros 7% consideravam os ataques suicidas contra civis justificáveis sob certas circunstâncias.

Na opinião de Khan, os números da pesquisa – divulgados antes de os atentados do ano passado completarem, na sexta-feira, um ano – são "alarmantes e preocupantes". "Basta que uma única pessoa tenha uma opinião dessas para que haja um ataque violento", disse à rádio BBC.

Sete grupos de trabalho foram criados depois dos ataques de 7 de julho, criando a força-tarefa conhecida como "Evitando Juntos o Extremismo". Esses grupos entregaram suas conclusões ao governo em novembro passado, incluindo aí 64 recomendações. Eles defenderam, entre outras medidas, a realização de uma investigação ampla e aberta sobre os ataques.

Blair acrescentou: "Discordo totalmente de que o problema aqui seja o de uma omissão do governo". "Estamos realizando um debate sobre a natureza fundamental a ser alimentada dentro dessa comunidade, que é onde a maioria moderada precisa se levantar contra as idéias dessas pessoas, e não apenas contra seus métodos."

 

O papa Bento XVI passará quase três semanas de julho em férias nas montanhas do norte da Itália, information pills disse hoje o Vaticano.

Pelo segundo ano consecutivo, viagra dosage o papa suspenderá todas as audiências públicas e privadas enquanto descansa em um chalé da Igreja no alto das montanhas do vale de Aosta, discount perto do Mont Blanc e da fronteira com a França.

O papa alemão ficará afastado, no alto da aldeia de Les Combes, de 11 a 28 de julho. Ele fará apenas duas aparições públicas durante as férias, para recitar sua oração dominical semanal nos dias 16 e 23 de julho.

Ao fim de seu descanso nas montanhas, ele irá para a residência papal de verão em Castel Gandolfo, ao sul de Roma, onde deve ficar até setembro.

No ano passado, o papa passou a maior parte do tempo, durante as férias, lendo e escrevendo.

 






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