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Mundo

Oposição pede dissolução de Parlamento e novas eleições em Israel

Arquivo Geral

28/05/2008 0h00

O maior partido da oposição israelense, cialis 40mg o direitista Likud, doctor pediu hoje a dissolução do Parlamento (Knesset) e a convocação de novas eleições, depois que um dos principais membro do Governo exigiu a cassação do primeiro-ministro Ehud Olmert.


“O Likud convoca todos os partidos representados na Câmara, tanto de direita quanto de esquerda, para votar a data do desmembramento da Knesset e a realização novas eleições”, disse em comunicado a legenda, após as declarações do ministro da Defesa Ehud Barak, que pediu publicamente a saída do primeiro-ministro.


“Já basta de manobras políticas. Os grandes desafios que este país enfrenta exigem um Governo novo e forte”, diz a nota.


Com 12 dos 120 membros do Parlamento, o Likud é o principal partido da atual oposição israelense, e deposita grandes expectativas em uma nova votação.


Nas últimas semanas, a legenda mostrou sua oposição a algumas das decisões políticas mais relevantes de Olmert, como o início de conversas de paz com a vizinha Síria.


O comunicado do Likud surge logo após o ministro da Defesa trabalhista Ehud Barak pedir publicamente a saída do primeiro-ministro.


“Não creio que (o primeiro-ministro) possa manter suas funções enquanto pesam sobre ele as atuais suspeitas”, disse Barak.


O titular da Defesa, líder do Partido Trabalhista, disse que “Olmert tem que se desligar da condução diária do Governo”, embora tenha deixado à escolha do primeiro-ministro a forma como ele deixará seu cargo, abrindo a possibilidade para um afastamento temporário.


Os pedidos pela saída de Olmert ocorrem um dia depois de o empresário norte-americano Morris Talansky, principal testemunha em uma investigação sobre o atual primeiro-ministro por corrupção, ter dito em um tribunal de Jerusalém que entregou ao primeiro-ministro israelense cerca de US$ 150 mil.


Segundo Talansky, parte do dinheiro veio de doações “legais” para as campanhas eleitorais de Olmert, e o resto foi entregue em caráter de empréstimo para despesas pessoais como férias familiares, hotéis cinco estrelas e passagens de avião de primeira classe, uma dívida que não foi saldada pelo primeiro-ministro.


 

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