A maioria dos candidatos da oposição no pleito de 30 de agosto e representantes da sociedade civil, para quem a vitória de Bongo foi um “golpe eleitoral”, também condenaram a morte de “mais de dez” pessoas na repressão aos protestos organizados após o anúncio dos resultados oficiais.
Segundo o porta-voz da oposição, o ex-primeiro-ministro Jean Eyeghe Ndong, outro objetivo da greve é homenagear essas vítimas.
Depois de denunciar as fraudes para tornar possível a vitória de Ali Bongo, primogênito de Omar Bongo, morto por um câncer em 8 de junho após 42 anos no poder, os opositores vão recorrer ao Tribunal Constitucional.
O principal argumento deles é que Bongo só ganhou graças ao uso de urnas não codificadas em quatro províncias do país.