No entanto, o dirigente opositor venezuelano Timoteo Zambrano afirmou que o processo já foi “retomado” nas mesas eleitorais, e que a apuração será realizada nesta segunda-feira.
Em entrevista em Caracas, Zambrano disse que as autoridades consulares venezuelanas supostamente se recusavam a permitir a presença de testemunhas do grupo opositor durante a votação, o que gerou o protesto e a “suspensão” do processo.
As testemunhas opositoras permanecerão “vigiando as urnas eleitorais” até a apuração, disse Zambrano.
Ele acrescentou que “pouco mais de 2.200 eleitores” venezuelanos na capital espanhola foram convocados a votar sobre a emenda constitucional para a reeleição ilimitada dos ocupantes de cargos eleitos, promovida pelo presidente Hugo Chávez.
A presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena, negou que as votações no consulado venezuelano na capital espanhola tenham sido suspensas.
“Houve um problema (em Madri) que já foi resolvido. No mundo todo (a votação) se desenvolve com normalidade”, ressaltou.